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  <title>Planos de aula</title>
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  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-41-participacao-politica">
    <title>Plano de aula 41: Participação política</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-41-participacao-politica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este plano de aula foi desenvolvido por Renato Cancian* especilmente para a Página 3 Pedagogia e Comunicação.</p>
<h4></h4>
<div class="chapeubloco">
<h4>Problema a ser apresentado aos alunos</h4>
</div>
<div class="textobloco"></div>
<div class="textobloco">O  conceito de "participação política" é extremamente complexo porque  inclui, ou leva em consideração, uma variedade enorme de atividades e  práticas que estão orientadas para a política. Definição mínima de  participação política: "ação de indivíduos e grupos com a finalidade de  influenciar o processo político".</div>
<div class="textobloco">
<div></div>
</div>
<div class="textobloco"></div>
<div class="textobloco">Com base nessas  considerações preliminares, o objetivo da aula é levar ao conhecimento  dos alunos as formas mais comuns de participação política que existem,  bem como o entendimento das hipóteses que ajudam a explicar as razões  que inibem ou estimulam os cidadãos a participarem da política da forma  como o fazem. O conteúdo do tema pode ser transmitido aos alunos em 6  aulas.</div>
<div class="chapeubloco">
<h4></h4>
<h4>Aulas 1 e 2: a emergência da participação política moderna</h4>
</div>
<div class="textobloco"></div>
<div class="textobloco">O  professor deve levar em consideração que o tema da aula se restringe às  formas de participação política que emergiram do período moderno até a  atualidade:</div>
<div class="textobloco"><br /><b>a) </b>o surgimento da participação política moderna teve  início com as revoluções burguesas na Europa, que alteraram  profundamente a estrutura e a organização do poder político arbitrário,  de modo a consolidar o princípio de soberania popular fundamentada na  igualdade jurídica entre os indivíduos (que passaram a ser considerados  cidadãos portadores de direitos).</div>
<div class="textobloco"></div>
<div class="textobloco">
<div></div>
<div class="textobloco"><b>b)</b> a cidadania moderna é  formada por um conjunto de direitos que evoluíram gradualmente: os  diretos civis (que surgiram no século 18), os direitos políticos (que  surgiram no século 19) e os direitos sociais (que surgiram no século  20).</div>
<div class="textobloco"></div>
<div></div>
</div>
<div class="textobloco"><b>c)</b> ocorre um progressivo processo de democratização  do poder a partir da integração política de diferentes camadas da  população: ampliação do sufrágio universal com base na extensão dos  direitos políticos concedidos à maioria adulta da população; introdução  do voto como mecanismo de seleção e de escolha dos representantes  políticos.</div>
<div class="textobloco"></div>
<div class="chapeubloco">
<h4>Aula 3: direitos políticos e participação política</h4>
<p> </p>
</div>
<div class="textobloco"><b>a) </b> a extensão do sufrágio universal foi um poderoso instrumento de  integração e motivação para que os cidadãos participassem da política.  Ao lado dos partidos políticos elitistas surgem partidos políticos  populares.</div>
<div class="textobloco"></div>
<div class="textobloco">
<div></div>
</div>
<div class="textobloco"><b>b) </b>a participação política, dentro dos limites e  padrões estipulados pelo sistema político democrático representativo  (ou democracia liberal), foi criticada pelos teóricos e revolucionários  socialistas, anarquistas e demais adeptos de ideologias de esquerda com  base no seguinte argumento: você integra politicamente os cidadãos  pertencentes às classes sociais mais baixas, mas limita a possibilidade  de eles efetuarem transformações sociais pela via política, caso  conquistem o poder por via eleitoral - isso se faz estabelecendo leis,  uma Constituição que fixa as regras e normas e limita o poder político. A  ação das oposições ocorre dentro dos limites do que é estritamente  permitido pelo sistema político em questão (constitucionalismo).</div>
<div class="textobloco"></div>
<div class="chapeubloco">
<h4>Aulas 4, 5 e 6: as três vias (ou canais) de</h4>
<h4>participação política</h4>
<p> </p>
</div>
<div class="textobloco">Embora  haja uma variedade enorme de formas de participação política, podemos  classificá-las em três grupos, que também podem ser considerados como  vias principais de participação política presentes no mundo  contemporâneo:</div>
<div class="textobloco"></div>
<div class="textobloco">
<div></div>
<div class="textobloco"><b>a) </b>Eleitoral (também chamado de  institucional): abrange todo tipo de atividade eleitoral e partidária,  conforme as regras eleitorais fixadas, e permite que os cidadãos se  candidatem ou elejam os representantes políticos que ocupam cargos  governamentais. O canal eleitoral só é efetivamente democrático quando a  sociedade é pluralista e quando há oportunidade e igualdade de recursos  à disposição dos diferentes grupos e forças políticas.<br /> <br /><b>b)</b> Corporativo: pode ser entendido como a representação de interesses  privados a partir da interferência direta na burocracia estatal. A forma  de participação política de tipo corporativo pode ser entendida como  uma instância intermediária de organização dos cidadãos a partir da  solidariedade classista (os sindicatos, associações profissionais, os  lobbies empresariais e profissionais), cujo objetivo é obter benefícios  do sistema estatal. O corporativismo é mais comum em países onde o  Estado interfere na economia por meio da regulação dos mercados. O  corporativismo permeia todas as classes sociais, desde a burguesia  industrial até os trabalhadores. Existem diferenças entre corporativismo  pré-capitalista, corporativismo fascista e corporativismo nas  democracias contemporâneas. O corporativismo tornou-se um termo  pejorativo por ser interpretado como a defesa dos interesses  particulares em detrimento dos interesses públicos, para a obtenção de  privilégios de todos os tipos. Isso realmente ocorre quando a sociedade  civil é fraca, o pluralismo é baixo e as diferenças socioeconômicas são  extremas.</div>
<div class="textobloco"></div>
<div></div>
<b>c)</b> Organizacional: são formas de participação  que surgem no âmbito da sociedade civil a partir de interesses  compartilhados por um grupo social. A ação coletiva pode levar à  formação de movimentos em defesa de interesses específicos, abrangendo  os movimentos sociais, as associações cívicas e as organizações  não-governamentais (ONGs). A participação política de tipo  organizacional também recebe a denominação de Terceiro Setor, que  compreende o espaço de participação constituído por grupos que se formam  a partir de uma situação de "déficit de reconhecimento": o movimento  dos sem-teto, dos sem-terra, dos gays, das mulheres, dos negros, entre  outros. Os movimentos sociais fazem parte da realidade política do  Brasil; foram e são fundamentais para ampliação dos direitos sociais e  civis. O dilema do Terceiro Setor é "democratizar a democracia".</div>
<div class="chapeubloco">
<h4></h4>
<h4>Trabalho final</h4>
<p> </p>
</div>
<div class="textobloco">A  sugestão é de que o professor oriente os alunos na escolha de um dos 3  tipos de participação política para a elaboração de um trabalho temático  (a partir de pesquisa em fontes diversas, mas com base nas seguintes  indicações):
<div></div>
<li>Participação eleitoral: qual o  contingente de eleitores no Brasil; quantos partidos políticos existem  em nosso país; entre outros tópicos.</li>
<li>Participação organizacional: escolha um movimento social e pesquise sua origem, sua composição e seus objetivos.</li>
<li>Participação corporativa: pesquise um grupo social que atua a partir do corporativismo, sua composição e seus objetivos. </li>
</div>
<div class="chapeubloco">
<h4></h4>
<h4>Bibliografia básica</h4>
<p> </p>
</div>
<div class="textobloco">Textos do UOL Educação na área de <a href="http://educacao.uol.com.br/sociologia/"><span style="text-decoration: underline;"><b>Sociologia</b></span></a>.</div>
<div class="textobloco"></div>
<p><b>*Renato Cancian</b> é cientista social, mestre em sociologia-política e doutor em ciências  sociais. É autor do livro "Comissão Justiça e Paz de São Paulo: gênese e  atuação política (1972-1985)".</p>
<p>Fonte: <a class="external-link" href="http://educacao.uol.com.br/planos-aula/medio/sociologia-participacao-politica.jhtm">http://educacao.uol.com.br/planos-aula/medio/sociologia-participacao-politica.jhtm </a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-01-12T15:31:35Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-40-consumismo-e-adolescentes">
    <title>Plano de aula 40: Consumismo e adolescentes</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-40-consumismo-e-adolescentes</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este plano de aula foi desenvolvido pela historiadora Érica Alves da Silva para para a Página 3 Pedagogia &amp; Comunicação. Disponível em: http://bit.ly/tr3TMe</p>
<p><b>Introdução</b></p>
<p><b> </b>A inadimplência entre a população jovem no Brasil tem alcançado altos índices: é cada vez maior o número de jovens brasileiros que apresenta um interesse especial em fazer compras e que gasta a mesada ou o salário antes do mês acabar. Isso justifica uma análise dos hábitos de consumo dos alunos, para que reflitam sobre o papel deles como consumidores.  Tratar deste tema é também importante para que os estudantes reconheçam a historicidade do uso do dinheiro, que possam perceber que a relação com o dinheiro se transforma historicamente e também espacialmente. Com este exercício, eles certamente terão condições de perceber o poder dos jovens e adolescentes sobre o mercado - que anima muitos setores da economia. Esta também é uma oportunidade dos jovens colocarem-se criticamente em relação às próprias escolhas perante a variedade que o mercado oferece.</p>
<p><b>Objetivos</b></p>
<p>1) Debater os hábitos de consumo entre os jovens e a influência deles nas compras das famílias brasileiras;</p>
<p>2) Promover reflexões sobre o valor e uso histórico do dinheiro;</p>
<p>3) Debater o quanto a educação financeira pode contribuir para um futuro mais seguro àqueles que sabem administrar os próprios gastos.</p>
<p>4) Reconhecer as campanhas publicitárias como fonte para a História.</p>
<p><b>Estratégias</b></p>
<p>1) Inicie a abordagem da temática perguntando aos alunos o que acham que significa ser consumista. Deixe que eles se coloquem e registre na lousa as informações apresentadas. Faça isso em tópicos e deixe anotado até o final da aula, quando se retornará ao que o grupo apresentou inicialmente. Assim, será possível recuperar o que os alunos já conhecem sobre o assunto, de maneira que as experiências deles façam parte da construção do conhecimento.</p>
<p>2) Utilize questões para começar o debate sobre o uso do dinheiro na atualidade. Sugestões: quais são os meios que o jovem utiliza atualmente para fazer suas compras (cartão de crédito, débito, dinheiro - pagamento à vista -, cheques etc.)? Quais são os principais objetos de consumo e com qual periodicidade ele troca essas mercadorias?</p>
<p>3) Escolha algumas propagandas em que o apelo ao público jovem seja evidente. Utilize campanhas publicitárias de diferentes meios de comunicação: revistas, jornais, televisão, rádio etc. Deixe que os alunos entrem em contato com o material e que analisem de que maneira são chamados ao consumo. Dessa forma, eles construirão suas conclusões e o professor trabalhará como facilitador no processo de aprendizagem, ao invés de simplesmente apresentar a problemática. Obviamente, se alguma observação importante não for feita pela turma, o professor pode propor questões que os conduzam a ela.</p>
<p>4) Entregue diferentes textos sobre o consumismo aos alunos, que devem estar dispostos em grupos. Depois da leitura do material, peça que escrevam coletivamente um texto jornalístico (toda a sala precisa colaborar com as informações que os diferentes materiais oferecem). Observação: esse texto pode ser exposto para o restante da escola (use um mural). Se o professor tiver diferentes turmas, a própria construção do texto pode ser posteriormente objeto de análise sobre o que foi dito e o que não foi por cada turma.</p>
<p>5) Por fim, retome as informações dadas pelos alunos ao iniciar a aula (que estão registradas na lousa) e faça o fechamento da abordagem da temática. Esclareça o assunto ao mesmo tempo em que registra os novos conhecimentos que os alunos apresentarem</p>
<p><b>Atividades</b></p>
<p>1) Peça aos alunos que entrevistem os pais. A finalidade é fazer uma reflexão sobre os hábitos de consumo e a influência deles nos gastos familiares. Crie questões em que primeiro o aluno responda e depois a família avalie as ações do aluno.</p>
<p>2) Leia algumas das entrevistas em sala e procure definir com os alunos o que é prioridade de consumo entre o grupo e se, depois da reflexão, isso se reestruturaria.</p>
<p>3) Peça aos estudantes que tragam outras campanhas publicitárias em que o jovem é alvo e que apresentem a análise dos materiais para a sala.  Sugestões e dicas No questionário entregue aos alunos, podem estar presentes questões direcionadas aos membros da família que estejam na 3ª idade. As perguntas devem ser orientadas para que se perceba as transformações nos hábitos de compra, tanto nos meios para efetuá-las (cartões de crédito, débito etc.) como também nos objetos de desejo.  Dessa maneira, além de contar com a participação da família, os alunos poderão perceber que as transformações na história ocorrem constantemente e que todos os sujeitos históricos participam das mesmas.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2011-12-01T16:41:49Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-37-contrucao-de-valores-morais">
    <title>Plano de aula 39: A contrução de valores morais</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-37-contrucao-de-valores-morais</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h5>Conteúdo</h5>
<h5></h5>
<p>Análise crítica de informações; •interpretação, valores morais.</p>
<h5>Duração das atividades</h5>
<div class="margem_base" id="duracaoAtividades">07 aulas</div>
<h5></h5>
<p>Para as atividades abaixo descritas é necesário o uso do laboratório de informática.</p>
<div class="margem_base" id="estrategiasERecursos">
<p><b><br /> ATIVIDADE 1</b></p>
<p>Leia para os alunos uma versão modificada da fábula "a cigarra e a formiga".</p>
<p><i>Era uma vez uma cigarra que vivia saltitando e cantando pelo bosque, sem  se preocupar com o futuro. Esbarrando numa formiguinha, que carregava  uma folha pesada, perguntou: <br /> - Ei, formiguinha, para que todo esse trabalho? O verão é para se aproveitar! O verão é para se divertir! <br /> - Não, não, não! Nós, formigas, não temos tempo para diversão. É preciso trabalhar agora para guardar comida para o inverno. <br /> Durante o verão, a cigarra continuou se divertindo e passeando por todo o  bosque e quando tinha fome, era só pegar uma folha e comer. <br /> Um belo dia, passou de novo perto da formiguinha carregando outra pesada folha. <br /> A cigarra então aconselhou: <br /> - Deixa esse trabalho para as outras! Vamos nos divertir. Vamos, formiguinha, vamos cantar! Vamos dançar! <br /> A formiguinha gostou da sugestão. Ela resolveu ver a vida que a cigarra  levava e ficou encantada. Resolveu viver também como sua amiga. <br /> Mas, no dia seguinte, apareceu a rainha do formigueiro e, ao vê-la se  divertindo, olhou feio para ela e ordenou que voltasse ao trabalho.  Tinha terminado a vidinha boa. <br /> A rainha das formigas falou então para a cigarra: <br /> - Se não mudar de vida, no inverno você há de se arrepender, cigarra! Vai passar fome e frio. <br /> A cigarra nem ligou, fez uma reverência para rainha e comentou: <br /> - Hum!! O inverno ainda está longe, querida! <br /> Para a cigarra, o que importava era aproveitar a vida, e aproveitar o  hoje, sem pensar no amanhã. Para que construir um abrigo? Para que  armazenar alimento? Pura perda de tempo!<br /> Certo dia o inverno chegou, e a cigarra começou a tiritar de frio.  Sentia seu corpo gelado e não tinha o que comer. Desesperada, foi bater  na casa da formiga. <br /> Abrindo a porta, a formiga viu na sua frente a cigarra quase morta de frio. <br /> Puxou-a para dentro, agasalhou-a e deu-lhe uma sopa bem quente e deliciosa. <br /> Naquela hora, apareceu a rainha das formigas que disse à cigarra: - No  mundo das formigas, todos trabalham e se você quiser ficar conosco,  cumpra o seu dever: toque e cante para nós. <br /> Para a cigarra e para as formigas, aquele foi o inverno mais feliz das suas vidas.</i></p>
<i> </i>
<p><br /> Fonte: <a href="http://www.qdivertido.com.br/verconto.php?codigo=9">http://www.qdivertido.com.br/verconto.php?codigo=9</a></p>
<p><br /> Após a leitura do texto, os alunos devem ser divididos em pequenos  grupos. Nestes grupos os estudantes devem indicar uma relação de  palavras que caracterizam as personagens Cigarra e Formiga.</p>
<p>ATIVIDADE 2</p>
<p>No laboratório de informática os alunos devem inicialmente acessar o site:<a href="http://criancas.uol.com.br/historias/fabulas/flash/cigarrasom.jhtm"><br /> http://criancas.uol.com.br/historias/fabulas/flash/cigarrasom.jhtm<br /> </a></p>
<p style="text-align: justify; ">O vídeo é uma versão animada da fábula "  A Cigarra e a Formiga" que pode ser utilizado para promover uma  discussão sobre valores morais com os alunos. Vale a pena comentar que  este é um texto antigo e amplamente conhecido.</p>
<p style="text-align: justify; ">Neste momento, o professor deve  registrar todos os apontamentos dos alunos. Observando os comentários  dos estudantes, o professor indicará ou não a necessidade de pesquisa.  Exemplo: pode-se orientar uma pesquisa com os estudantes para o  significado da expressão <span style="text-decoration: underline;">valores morais</span> e das palavras associadas  a esses valores que os alunos indicaram na relação de palavras que  realizaram na atividade 1. O professor deve conduzir a pesquisa, de  forma que os alunos ao final da atividade conheçam o conceito de fábula.  <br /> Esses são alguns sites que podem ser indicados aos estudantes para conhecerem esse conceito:</p>
<p><a href="http://criancas.uol.com.br/historias/fabulas/esopo.htm"><br /> </a><a href="http://www.girafamania.com.br/tudo/a_lfabula.html">http://www.girafamania.com.br/tudo/a_lfabula.html</a><br /> <a href="http://br.geocities.com/mitologica_2000/hisfabulas.htm">http://br.geocities.com/mitologica_2000/hisfabulas.htm</a></p>
<p><b>ATIVIDADE 3</b></p>
<p style="text-align: justify; ">Ainda no laboratório de informática, o professor indicará o site abaixo  para os alunos acessarem. Trata-se de um recurso de áudio que retrata  uma nova versão para a fábula  "A Cigarra e a Formiga". Nesta versão a  cigarra transforma-se em uma cantora famosa e a moral da estória está em  uma relação equilibrada entre trabalho e lazer na vida de cada  indivíduo. Os alunos devem retomar a lista de características para as  personagens Cigarra e Formiga desenvolvida na atividade 1 e promover as  alterações necessárias. <br /> Retornando à sala de aula o professor pode promover uma discussão sobre a  versão abordada na mídia questionando aos estudantes sobre os pontos  que concordam em cada versão da fábula apresentada 													 							 							.</p>
<p><b>ATIVIDADE 4</b></p>
<p><br /> Em sala de aula os alunos devem elaborar, em pequenos grupos, a própria  versão para a fábula. A criatividade deve partir de cada grupo e o  professor deve orientar os alunos para que não façam cópias, pois a  atividade consiste em reescrever a fábula sob uma olhar diferente, pessoal.</p>
<p style="text-align: justify; "><b>ATIVIDADE 5</b><br /> Essa atividade se constituirá da tarefa de transposição da estória  criada em cada grupo por uma história em página web. Para isso os alunos  poderão criar wikis. Cada wiki será formada pelo texto criado em sala  de aula e enriquecida com imagens e links que agreguem informações ao  texto, seja para esclarecer o significado de alguma palavra ou levar  mais informação ao leitor da wiki. Ao final da atividade os grupos devem  interagir, fazendo comentários uns nos textos dos outros, na própria  estrutura da wiki.</p>
</div>
<h5>Recursos Educacionais</h5>
<div class="margem_base" id="recursosEducacionais">
<table>
<tbody>
<tr>
<th></th><th></th>
</tr>
<tr class="odd">
<td><br /></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h5>Recursos Complementares</h5>
<div class="margem_base" id="recursosComplementares">Leituras para o professor: Definição wiki: Os termos wiki (pronunciado /uíqui/ ou /víqui/) e  WikiWiki são utilizados para identificar um tipo específico de coleção  de documentos em hipertexto ou o software colaborativo usado para  criá-lo. O termo "Wiki wiki" significa "super-rápido" no idioma havaiano. Já em  maori Wiki significa "fim-de-semana". É também a forma diminutiva de  Wikitoria, versão Maori do popular nome cristão Victoria. Chamado "wiki" por consenso, o software colaborativo permite a edição  coletiva dos documentos usando um sistema que não necessita que o  conteúdo tenha que ser revisto antes da sua publicação. Wiki (com um 'W' maiúsculo) e WikiWikiWeb. Fonte:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Wiki   Para criar a página web wiki uma das estruturas gratuitas disponíveis é o  site: http://www.wikispaces.com/</div>
<h5></h5>
<p> </p>
<p>Fonte: Portal do Professor - autora: <a href="http://portaldoprofessor.mec.gov.br/perfil.html?id=3711" title="RITA DE CASSIA DELCONTE FERREIRA">RITA DE CASSIA DELCONTE FERREIRA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2011-11-24T16:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-38-etica-e-cidadania">
    <title>Plano de aula 38: Ética e cidadania</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-38-etica-e-cidadania</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este plano de aula traz idéias, propostas metodológicas, referenciais teóricos e exemplos concretos de ações educativas pautadas em temáticas de inclusão social, convivência democrática, direitos humanos, ética, cidadania e outros conteúdos essenciais para educadores, famílias e gestores.</p>
<p><a class="external-link" href="http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/materiais/0000015509.pdf">http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/materiais/0000015509.pdf</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2011-10-08T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/o-mapa-do-lugar-e-da-cidade">
    <title>Plano de aula 37: O mapa do lugar e da cidade</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/o-mapa-do-lugar-e-da-cidade</link>
    <description>A partir da leitura do mapa do lugar e da cidade, os jovens podem ampliar a compreensão crítica da realidade social.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div id="viewlet-below-content-title"></div>
<p>A educadora Vilma de Sousa publicou em 2004, por meio da Fundação  Odebrecht e com o apoio do Instituto Aliança com o Adolescente, da  Secretaria de Direitos Humanos, do Ministério da Justiça, e do  Ministério do Trabalho e Emprego, o livro Juventude, Solidariedade e  Voluntariado. Como itinerário educativo, uma das propostas do livro é a  realização de encontros para discussões que permitam uma leitura crítica  do entorno social.<br /><br />Na edição sobre Territórios de  Onda Jovem, há diversas sugestões para trabalhar a questão da territorialidade em sala de aula.<br /><a class="external-link" href="http://www.ondajovem.com.br/central-de-conteudo/o-mapa-do-lugar-e-da-cidade">Clique aqui </a>e confira a seguir a sugestões de Vilma de Sousa para trabalhar com os jovens esse tema.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2011-09-22T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-36-guerra-e-paz">
    <title>Plano de aula 36: Guerra e Paz </title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-36-guerra-e-paz</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Atividade visa discutir com jovens questões trazidas para reflexão sobre o relacionamento dos jovens com suas famílias.</p>
<p> </p>
<p><b>Objetivo:</b></p>
<ul>
<li>Discutir com os jovens questões trazidas para reflexão sobre o relacionamento dos jovens com suas famílias.</li>
</ul>
<p class="western"><b>Ideal para desenvolver quais sentidos/conceitos:</b></p>
<ul>
<li>Exercitar uma reflexão focada em determinado assunto;</li>
<li>Estimular o diálogo sobre assunto delicado, favorecer a troca de experiência e as identificações com outros participantes, trazendo o que é comum e diferente entre eles.</li>
</ul>
<p class="western"><b>Número de participantes:</b></p>
<ul>
<li>Mínimo de 10 e máximo de 30 pessoas</li>
</ul>
<p class="western"><b>Espaços ideias para aplicação:</b></p>
<ul>
<li>Local que permita montar várias rodas a partir da divisão do número total de participantes.</li>
</ul>
<p class="western"><b>Faixa etária:</b></p>
<ul>
<li>A partir dos 16 anos.</li>
<li>A idade máxima: 35 anos.</li>
</ul>
<p class="western"><b>Materiais:</b></p>
<p class="western">Tarjetas cortadas com as seguintes frases:</p>
<p class="western"> </p>
<p>A – Por que é tão comum haver conflito entre o jovem e sua família?</p>
<p class="western">B – Você acredita que a família é uma fonte de estímulo ou um obstáculo a ser superado? Por quê?</p>
<p>C – Na sua experiência, o que mais costuma atrapalhar a boa convivência com a família?</p>
<p class="western">D – Quais seriam as condições básicas para uma boa relação entre pais e filhos?</p>
<p class="western">E – Você acredita que questões sociais mais amplas, como violência, a pobreza, o desemprego, podem afetar as relações familiares?</p>
<p class="western">F – Em sua opinião, que ação do governo pode beneficiar os jovens e suas famílias?</p>
<ul>
<li>Barbante</li>
<li>Tesoura</li>
<li>Folhas de <i>flip chart</i>, cartolina ou papel craft.</li>
<li>Canetões.</li>
</ul>
<p class="western"><b>Observações:</b></p>
<ul>
<li>Ao escrever as respostas das questões no <i>flip chart</i>, peça que além das palavras-chaves e desenhos, os participantes descrevam as respostas.</li>
</ul>
<p class="western"><b>Passo-a-passo:</b></p>
<p class="western">Separar os jovens em grupos, entregar 1 folha de <i>flip chart</i>, canetões e uma tarjeta com uma questão a ser debatida e respondida.</p>
<p class="western"> </p>
<p class="western"> </p>
<p class="western"> </p>
<p class="western"> </p>
<p class="western"> </p>
<p class="western"> </p>
<p>04) Para finalizar, traga as conclusões-chaves em um quadro. E se surgirem temas polêmicos, ajude a turma a analisar vários pontos de vista.</p>
<p> </p>
<p><b>Referência </b></p>
<p class="western">Revista Onda Jovem Ed. 10 Família, Plano de Aula: Pra que família?</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2011-09-08T19:39:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-35-cultura-e-identidade">
    <title>Plano de aula 35 - Cultura e Identidade </title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-35-cultura-e-identidade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este palno de aula foi elaborado pela artista plástica Suca Mattos para a Edição da Revista <a href="http://www.ondajovem.com.br/index.asp">Onda Jovem</a> - Novembro de 2005.</p>
<p> </p>
<p><b>Cultura e Identidade</b></p>
<p> </p>
<p><b>Atividade 1</b></p>
<p> </p>
<p>. Conversa coletiva livre com os alunos: o que é cultura para vocês?</p>
<p> </p>
<p>. Dividir a turma em pequenos grupos, no máximo quatro alunos. Propor que cada grupo escreva uma definição do que é cultura para eles.</p>
<p> </p>
<p>. Em um terceiro momento, coletivamente, os grupos deverão trocar entre si o que escreveram e entregar os textos para o professor.</p>
<p> </p>
<p><b>Atividade 2</b></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>. O professor deve retomar as definições dadas pelos alunos e introduzir, por meio de leitura coletiva, a primeira parte do texto As tramas da Identidade, de Tião Rocha (os cinco primeiros parágrafos). O professor deve ressaltar para os alunos, nesta leitura, os conceitos de cultura que o autor propõe no texto, comparando-os com as definições dadas pelos alunos, questionando-os sobre se concordam ou não com as opiniões do autor e por quê.</p>
<p> </p>
<p><b>Atividade 3</b></p>
<p> </p>
<p>. Dividir novamente a turma em pequenos grupos formando sete grupos. Entregar, para cada grupo, o texto de Tião Rocha. Cada grupo deve fazer uma leitura cuidadosa da segunda parte do texto ("A seguir comentamos esses indicadores...").</p>
<p>. Propor então que cada grupo fique com um tema:</p>
<p>Grupo 1: as formas organizativas</p>
<p>Grupo 2: as formas do fazer</p>
<p>Grupo 3: os sistemas de decisão</p>
<p>Grupo 4: as relações de produção</p>
<p>Grupo 5: o meio ambiente</p>
<p>Grupo 6: a memória</p>
<p>Grupo 7: a visão de mundo</p>
<p>. Cada grupo deverá fazer um trabalho em colagem ou construção com sucata, baseado no texto, que simbolize cada tema. Material: jornal, papéis, cola, fita crepe, barbante, tinta guache, caneta hidrográfica, sucatas variadas.</p>
<p><b>Atividade 4</b></p>
<p> </p>
<p>. Apresentação do trabalho feito pelos grupos para toda a classe. Cada grupo deverá escolher um representante para explicar como o grupo chegou àquele produto.</p>
<p><b><br /> <b>Atividade 5</b></b></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>. Finalizada a apresentação o professor deve fazer uma avaliação coletiva, levantando os conceitos de cultura aprendidos e salientando a participação de todos no processo de aprendizagem entre o grupo. Deve apontar, principalmente, o exercício de construção e transmissão de conhecimento vivido pelos alunos nestas atividades, lembrando-os que isso é participar da criação de cultura.</p>
<p>. O professor pode sugerir que cada aluno faça uma auto-avaliação, escrevendo um pequeno texto com a seguinte orientação: O que aprendi nestas atividades? Como participei nos trabalhos em grupo?</p>
<p>Sugestões de leitura para o professor:</p>
<p> </p>
<p>MARTINS, Mirian Celeste; PICOSQUE, Gisa e GUERRA, Maria Terezinha Telles. Didática do Ensino de Arte, a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998</p>
<p> </p>
<p>PENTEADO, Heloisa Dupas. Meio Ambiente e formação de professores. São Paulo, Cortez, 2003</p>
<p> </p>
<p>SAVATER, Fernando. Ética para meu Filho. São Paulo, Martins Fontes, 2002</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2011-09-08T19:38:10Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-34-aptidoes-e-sonhos">
    <title>Plano de aula 34 - Aptidões e sonhos</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-34-aptidoes-e-sonhos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este plano de aula publicado foi elaborado pela pedagoga Silvia Maria Russo Correia, exclusivamente para a edição 15 da Revista Onda Jovem (Junho de 2009).</p>
<p><b>Tema</b></p>
<p>Projeto de vida</p>
<p><b>Objetivo</b></p>
<p>incentivar e orientar o jovem na busca de suas aptidões, talentos e sonhos e no seu desenvolvimento como cidadão comprometido com a realidade social que o cerca.</p>
<p><b>PARTE I</b><br /> <br /> A - Trabalho em pequenos grupos, em sala de aula.<br /> 1. Fazer um levantamento entre os alunos, com registro, se em algum momento de suas vidas fizeram algum produto, por exemplo, de alimentação, vestuário, brinquedo, prestação de serviços, artes plásticas etc.<br /> 2. Quem nunca fez, tem vontade de fazer algum? Qual?<br /> 3. Qual o motivo pelo qual o fez ou faria?<br /> 4. Algum desses produtos chegou a ser vendido?<br /> <br /> B - Cada grupo apresenta a lista dos produtos indicados e o professor os organiza no quadro, por setor de atividades (conforme o exemplo do item A1).<br /> <br /> C - Trabalho com o grupo-classe.<br /> Os alunos, com orientação do professor, comentarão os resultados do item A1, primeiramente, e em seguida dos itens A3 e A4.<br /> <br /> D - Trabalho em pequenos grupos.<br /> 1. Discutir a questão seguinte, relacionando-a com a atividade até então desenvolvida: O que é ser um empreendedor?<br /> 2. Registre a resposta possível no momento.<br /> <br /> E - O professor pede que a leitura do texto<br /> <br /> F - Com o grupo-classe, o professor fará o esclarecimento das dúvidas do texto e abrirá espaço para observações.<br /> <br /> G - Cada pequeno grupo retomará o conceito de empreendedor que conseguiu dar no item D e o reverá à luz da leitura do texto.<br /> <br /> H - Cada grupo apresentará ao grupo-classe a comparação dos dois momentos do conceito - D e G (esta apresentação poderá ser organizada em cartazes, que ficarão expostos na sala).<br /> <br /> PARTE II<br /> <br /> A - Trabalho em pequenos grupos.<br /> <br /> 1. Os alunos definirão um empreendedor para entrevistar - algum parente, vizinho, amigo, conhecido. Consultar o escolhido e agendar a entrevista com antecedência.<br /> 2. Entrevista previamente organizada. Buscar o conceito de entrevista no dicionário (segue um roteiro de entrevista como sugestão).<br /> <br /> Roteiro de entrevista:<br /> . Como nasceu para você a idéia de ser um empreendedor?<br /> . Conte brevemente o que você considerou entre o nascimento da idéia e a concretização da seu empreendimento?<br /> . A sua família teve alguma participação nessa etapa?<br /> . Você faria alguma coisa diferente do que fez para iniciá-lo?<br /> . Você foi bom aluno? Gostava de estudar? Qual é a sua formação escolar?<br /> . Quais são as suas características pessoais mais importantes para o seu empreendimento?<br /> . O que lhe dá mais satisfação no seu empreendimento?<br /> . Quando alguma coisa não está dando certo, o que você faz? Como trata os colaboradores que erram?<br /> . O que você diria para alguém que está pensando em iniciar um empreendimento?<br /> <br /> B - Realização da entrevista (organizar os papéis de cada um: quem formula as questões; quem as anota; quem ficará observando para complementar o necessário).<br /> <br /> C - Trabalho em pequenos grupos.<br /> Fazer a análise da entrevista discutindo os pontos principais, que acharam mais interessantes. Em seguida, sugerir que se avalie em que partes da entrevista é possível perceber o que o autor do texto "Aprendendo a Empreender" define como a identidade e o projeto do empreendedor na letra da música "Aquele Abraço". Que se reveja o texto e se aponte na entrevista:<br /> 1. "Meu caminho pelo mundo eu mesmo traço..."_________________<br /> 2. "...a Bahia já me deu..."____________________________________<br /> 3. "...régua e compasso..."____________________________________<br /> 4. É possível determinar a expressão "Graças a Deus", conforme o significado do texto? Onde?<br /> <br /> PARTE III<br /> <br /> A - Trabalho em duplas.<br /> 1. Desenvolva um produto, por exemplo em desenho, escultura, colagem, música etc., que represente a expressão: "Somos do tamanho dos nossos sonhos", do poeta português Fernando Pessoa.<br /> 2. Crie um nome para o seu produto.<br /> <br /> B - Apresentação do trabalho à classe.<br /> Para cada trabalho apresentado haverá a crítica de dois alunos, previamente escolhidos.<br /> <br /> C - Trabalho individual.<br /> <br /> Considerando todas as atividades desenvolvidas até aqui, o aluno fará uma auto-avaliação, por escrito, tendo como referência a identificação de suas habilidades.<br /> <br /> Bibliografia para subsidiar o trabalho do professor:<br /> <br /> - Pereira, H.J. &amp; Santos, S.A. Criando seu próprio negócio. Edição Sebrae, 1995.<br /> <br /> - Barreto, R.M. Criatividade no trabalho e na vida. São Paulo: Summus Editorial, 1997.<br /> <br /> - Gerber, M.E. O mito do empreendedor. São Paulo: Saraiva, 3ª. Edição, 1992.<br /> <br /> - Site Sebrae: http://www.sebrae.org.br<br /> <br /> - Revista Empreendedor On-line: http://www.empreendedor.com.br</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2011-09-08T19:37:13Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-33-juventude-e-meio-ambiente">
    <title>Plano de Aula 33 - Juventude e meio ambiente</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-33-juventude-e-meio-ambiente</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este plano de aula foi elaborado exclusivamente para a Revista Onda Jovem para a Edição 11 - junho / 2008 <br /> <br /> <b>Tema: </b>Meio Ambiente – o jovem construindo um mundo sustentável</p>
<p><br /> <b>Objetivo: </b>Mostrar que a escola, aliada a outros espaços de aprendizagem, pode apoiar o jovem na construção de um projeto de mundo que incorpore a consciência pessoal, social e ambiental com a visão da sustentabilidade.<br /> <br /> <b>Abordagens:</b></p>
<p><br /> - a questão ambiental é uma causa na qual os jovens acreditam e que os desperta para a ação social;<br /> - o projeto de vida, para ser relevante do ponto de vista social, deve ir além do desenvolvimento pessoal e incorporar também a perspectiva coletiva de valorização do bem comum;<br /> - o engajamento na viabilização do projeto de país, expresso na Constituição brasileira, e no projeto de mundo, expresso nos princípios do Desenvolvimento Sustentável, são formas de integrar o projeto de vida dos jovens em uma perspectiva coletiva.<br /> <br /> Resultados esperados ao término das atividades propostas:<br /> - mostrar que o tema ambiental é uma oportunidade para os educadores resgatarem o interesse juvenil pela escola e pelos estudos, além de ser uma das vias mais significativas de aprendizado e experiência política;<br /> - mostrar que é possível integrar o projeto de vida dos jovens numa perspectiva coletiva, a partir do conhecimento do projeto de país e do projeto de mundo.</p>
<p><b>ATIVIDADE 1</b><br /> <br /> Levando os jovens a conhecer as questões do nosso mundo<br /> Iniciar a conversa afirmando que para participar da construção do projeto de nação e do projeto de mundo, é preciso que o nosso projeto de vida vá além de nossos objetivos pessoais, além de nós mesmos.<br /> Organizar os jovens em pequenos grupos e perguntar a eles:<br /> - Seu projeto de vida inclui também mudar alguma coisa no mundo?<br /> Pedir a um representante de cada grupo que relate as colocações individuais e questões coletivas discutidas.<br /> <br /> Em seguida, indagar a todos:<br /> - Qual é nosso projeto de nação? Existe um projeto de mundo?<br /> (Alguns dos jovens podem expressar o que conhecem de tais projetos).<br /> <br /> Propor a todos conhecer a Constituição brasileira e os princípios do Desenvolvimento Sustentável. Eis algumas informações básicas a respeito:</p>
<p><br /> 1- Nosso projeto de nação está expresso na Constituição brasileira de 1998. O artigo 3º diz que constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:</p>
<p><br /> - construir uma sociedade livre, justa e solidária;<br /> - garantir o desenvolvimento nacional;<br /> - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;<br /> - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.<br /> <br /> 2- A idéia do desenvolvimento sustentável vem se configurando a cada dia, como um consenso planetário, em resposta aos inúmeros desequilíbrios na ordem social, econômica e ambiental que afetam o mundo. Esse se tornou o nosso projeto de futuro, nosso projeto de mundo.<br /> Propor aos grupos que pesquisem sobre os princípios do desenvolvimento sustentável.</p>
<p><b><br /> <b>ATIVIDADE 2</b></b><br /> <br /> Conhecendo o que os jovens fazem pelo mundo<br /> <br /> Pretendemos mostrar, por meio de práticas exemplares em escolas e outros espaços de aprendizagem, que:</p>
<p><br /> - o interesse pelas questões ambientais é crescente entre os jovens;<br /> - as iniciativas que envolvem o contato direto dos jovens (incluindo a circulação e experimentação) em ambientes naturais são uma forma de conscientização, conhecimento e envolvimento afetivo dos mesmos com as questões ambientais.<br /> <br /> Sugerir um relato de experiências, selecionando jovens envolvidos em causas ambientais e sociais, com vivências significativas para si mesmos e para a coletividade. Se não houver um jovem com esse perfil, convidar alguns da comunidade para contar sobre sua experiência. Perguntar:<br /> - Em que medida a sua ação transforma o mundo? Que impacto isso tem na sua vida?<br /> <br /> Em seguida, caberá ao educador explicar a importância de incorporar a dimensão coletiva nos projetos de vida dos jovens:<br /> “O fato de o jovem não dispor de ambientes adequados para refletir sobre a relevância de sua contribuição é preocupante. De fato, ele se vê pressionado pelo mote contemporâneo do imediatismo e por ameaças, por vezes fantasiosas, de que se ficar pensando em "trivialidades" vai ficar para trás. Isso abala a formação de sua interioridade e destrói muitas de suas potencialidades, da sociedade e do país.<br /> <br /> Construir e fortalecer uma interioridade significa, portanto, construir e fortalecer a afirmação da individualidade no coletivo, no desenvolvimento do espaço comum. Significa superar o padrão escolar formal, e mergulhar em outras possibilidades, expandir horizontes, reinventar nossa percepção de mundo. Interagir, estabelecendo conexões sólidas com o bem comum. A partir dessa conexão, penso que será mais factível um projeto de país. Acho que já não basta a máxima segundo a qual tudo dará certo se cada um fizer a sua parte. Só há parte quando se tem algum acordo em relação ao todo. Não temos esse acordo, e o todo está apenas esboçado na Constituição. É necessário assentá-lo como realidade.”. (Sérgio Esteves)<br /> <br /> Refletir sobre o que significa incorporar a visão do projeto de nação nas ações dos jovens pela valorização do bem comum. Fazer o mesmo em relação às questões do desenvolvimento sustentável:<br /> “Meio Ambiente constitui ..... o campo tenso das possibilidades de engajamento e de atribuição de sentidos para a ação política dos sujeitos contemporâneos de um modo geral, e dos jovens em particular.<br /> A questão ambiental surge... como uma causa com grande potencial de identificação e nova oportunidade para o engajamento social e político dos jovens no Brasil.<br /> Uma consciência ambiental, ainda que difusa, parece estar se disseminando entre segmentos jovens, ao menos enquanto potencial motivação para ação coletiva.<br /> A valorização da natureza e a preocupação com o futuro do planeta têm se mostrado particularmente atrativas para a formação de grupos jovens para ação ambiental, como se pode ver pela forte presença jovem entre voluntários e ativistas de grandes ONGs.<br /> ... o que parece atrair os jovens para a ação ecológica como um tipo novo de engajamento político é sua centralidade em problemas concretos, em oposição ao tradicional debate ideológico, visto pelos jovens como supostamente estéril; a atração pelas causas planetárias ultrapassando os conflitos locais; e a valorização de uma dimensão ético-moral que estes percebem como ausente das práticas políticas tradicionais.” (Isabel Cristina de Moura Carvalho)</p>
<p><b>ATIVIDADE 3</b><br /> <br /> Medindo a cidadania ambiental<br /> <br /> Proponha aos grupos “medir” sua cidadania ambiental por meio de respostas individuais a um questionário. Veja o exemplo da prof. Regina Viegas, do Cefet/RJ e os dados da sua pesquisa: “Avaliação do Perfil de Cidadania Ambiental de Estudantes do Ensino Médio-Técnico do Cefet-RJ” ( Onda Jovem – Banco de práticas – edição 07 ).<br /> Questões a serem respondidas pelos jovens e registradas para tabulação de respostas, elaboração de banco de dados e gráficos para análise posterior pelo grupo:</p>
<p><br /> 1) Você acredita que suas ações isoladas podem modificar a continuidade de práticas prejudiciais ao meio ambiente?<br /> 2) O assunto meio ambiente faz parte de suas conversas com sua família e com seus amigos?<br /> 3) A sua escola aborda temas relacionados ao meio ambiente dentro das diversas disciplinas curriculares?<br /> 4) Você tem o hábito de ler matérias em jornais ou revistas, ou acessar sites ligados a questões ambientais e sustentabilidade?<br /> 5) Qual o problema ambiental que mais preocupa você e que atitude você tem tomado em relação a ele?<br /> ATIVIDADE 4<br /> <br /> <b>Pesquisando iniciativas jovens</b><br /> <br /> Propor aos jovens que busquem conhecer experiências práticas:<br /> - iniciativas de escolas ou ONGs que constroem projetos de educação ambiental e participação juvenil a partir da realidade concreta, interesses e motivações dos jovens;<br /> - iniciativas que envolvem a circulação e experimentação em diferentes ambientes naturais como forma de conscientização, conhecimento e envolvimento afetivo dos jovens com as questões ambientais.<br /> Confiram os projetos:<br /> - Com-Vidas nas Escolas: Programa Juventude e Meio Ambiente (MEC);<br /> - Escolas públicas de Mogi das Cruzes, SP: Projeto Amigos do Futuro – Concurso Desafio das Águas;<br /> - Escola Estadual Monsenhor João Batista de Carvalho, SP: Camilla da Rocha Castilho, do Grêmio Estudantil;<br /> - Instituto Ação Triângulo: Ong de Santo André, no ABC paulista, que trabalha com jovens a questão do consumo consciente e inclusão social;<br /> - Vitae Civilis: Ong que forma jovens monitores ambientais em São Lourenço da Serra, SP;<br /> - Fórum Juvenil da Agenda 21: Projeto Forja 21com jovens, em Santos, SP;<br /> - Coletivo Jovens de Meio Ambiente do Amazonas: Programa de cuidados com o meio ambiente e exercício da cidadania;<br /> - O físico Gilson Coutinho Jr dissemina valores ecológicos. Engajado no programa Escola da Família, em que as instalações das escolas estaduais ficam à disposição da comunidade nos finais de semana, em Rio Claro, SP, ajudou a confeccionar um pequeno equipamento para fazer sabão. E passou a pedir para que as donas de casa guardassem o óleo de cozinha que seria descartado para a produção do sabão caseiro. Agora, ele e seus companheiros querem implantar um sistema de coleta de água da chuva na mesma escola.<br /> <br /> O educador deverá continuar apresentando dados concretos que possam servir como elementos mobilizadores dos jovens a reflexões, propostas e ações práticas em suas comunidades. Ver a edição 7 de Onda Jovem,que traz:<br /> “O interesse pelas questões ambientais cresceu extraordinariamente entre os jovens nos últimos 14 anos, desde a Eco-92..<br /> A pesquisa "O Que Pensa o Brasileiro Sobre o Meio Ambiente, Desenvolvimento e Sustentabilidade", cuja etapa mais recente foi realizada em março de 2006, pelo ISER - Instituto de Estudos da Religião (em parceria com o Ministério do Meio Ambiente), mostra que, dos 479 jovens de 16 a 24 anos entrevistados em todo o país pelo Vox Populi, 79% têm consciência ambiental. Suas principais preocupações são o desmatamento e a poluição das águas e do ar.<br /> "Os jovens estão mais informados, e os mais escolarizados manifestam disposição para contribuir e até participar de ações, mas não encontram muitas organizações para isso no Brasil", diz Samyra Crespo, coordenadora das pesquisas do ISER.<br /> Outros dados da pesquisa revelam que 26% dos jovens querem saber mais sobre temas ambientais e, para eles, o respeito ao meio ambiente é um dos maiores valores da sociedade ideal.</p>
<p><b>ATIVIDADE 5</b><br /> <br /> Trabalhando pelo envolvimento emocional dos jovens com as questões do mundo<br /> <br /> Discutir a importância do envolvimento afetivo dos jovens na formação da consciência ambiental. Só se pode amar aquilo que se conhece.<br /> “...os ambientes que compõem nossa vida são distintos, assim como nossa relação com eles, seja na forma de percebê-los, conhecê-los, seja na forma de reagir afetivamente a eles. Se é assim, então a educação ambiental também precisará diferenciá-los. Os educadores ambientais já sabem que somente a informação ambiental não é suficiente, que o vínculo afetivo entre pessoa e ambiente também precisa ser trabalhado para que o processo de transformação dessa relação seja realmente completo e permanente. Por isso, as iniciativas de promoção de comportamentos pró-ecológicos incentivam o vínculo da pessoa com o seu lugar.” (José de Queiroz Pinheiro)<br /> <br /> “Além das questões de conservação e preservação de recursos, a sustentabilidade e a planetaridade (considerar o planeta como um todo) são temas presentes em outras áreas do conhecimento – da economia à pedagogia, que não podem fugir desse compromisso com os jovens.<br /> O educador Moacir Gadotti, famoso estudioso da filosofia de Paulo Freire, chama a atenção para isso: “A educação para e pela cidadania é também uma educação para uma sociedade sustentável. A Escola Cidadã e a Ecopedagogia sustentam-se no princípio de que todos, desde crianças, temos um direito fundamental que é o de sonhar, de fazer projetos, de inventar.”</p>
<p>Fontes, referências e leituras para o educador:<br /> <br /> - Marcos Reigota, professor de Mestrado em Educação na Universidade de Sorocaba: fala da questão da educação ambiental no Brasil, inspirada por Paulo Freire.<br /> - Nícia Wendel Guimarães, professora pioneira no estudo do meio fora da sala de aula.<br /> - Jacques Demajorovic, coordenador do bacharelado em Gestão Ambiental do Senac, em SP.<br /> - O sujeito ecológico / Isabel Cristina Moura Carvalho - Onda Jovem, ed. 07<br /> - Por um projeto de nação / Sérgio A. P. Esteves - Onda Jovem, ed. 01<br /> - Afeto planetário / José de Queiroz Pinheiro - Onda Jovem, ed. 07<br /> - Questão de hábito / Karina Yamamoto - Onda Jovem, ed. 07<br /> Práticas interessantes:<br /> <br /> - Avaliação de perfil de cidadania ambiental – Onda Jovem, ed. 07<br /> - Instituto Ação Triângulo – Onda Jovem, ed. 07<br /> - Vitae Civilis – Instituto para o Meio Ambiente, Desenvolvimento e Paz – Onda Jovem, ed. 07<br /> - Coletivo Jovem de Meio ambiente do Amazonas – Onda Jovem, ed. 07</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2011-09-08T19:35:19Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-31-ser-livre-e-fazer-tudo-que-se-quer">
    <title>Plano de Aula 32: Ser livre é fazer tudo o que se quer?</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-31-ser-livre-e-fazer-tudo-que-se-quer</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>Este plano de aula é uma adapção de um plano que foi elaborado pelos alunos Reinaldo de Lima Soares, Letícia Maria Ribeiro de Carvalho Mendonça e Josefa Maria Muñiz, da Universidade Federal de Minas Gerais (Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas) para o Laboratório de Ensino de Filosofia. <br /><br /><strong><br />Tema:</strong> Liberdade<br /><br /><strong>Tempo previsto:</strong> duas aulas de 50 minutos cada aula</p>
<p><br /><strong>Objetivos:</strong> <br />promover uma reflexão sobre os temas liberdade, razão e desejos.</p>
<p><strong><br />Metodologia:</strong></p>
<p>&nbsp;Introduzir a questão: - o que é ser livre?</p>
<p><br />10’ Tempestade de Idéias em torno do tema LIBERDADE. Registrar no quadro as idéias dos alunos. Enfocar a questão: - SER LIVRE É FAZER O QUE SE QUER?.</p>
<p>15’ Dividir os alunos em grupos de cinco participantes e trabalhar as questões listadas no quadro, bem como as novas questões que surgirem nos pequenos grupos. Distribuir os recortes de publicidade entre os grupos.</p>
<p>O novo estímulo deverá ser:</p>
<p>O QUE QUEREMOS? POR QUÊ QUEREMOS O QUE QUEREMOS?<br />SERÁ QUE QUEREMOS O QUE A PUBLICIDADE SUGERE?</p>
<p><br />Cada grupo deverá discutir e listar as novas idéias e se o grupo quiser poderá incorporar à sua lista algumas idéias do quadro.</p>
<p><br />10’ Trabalhar a idéia do CONDICIONAMENTO das influências decorrentes de:<br />- Publicidade – multimídia<br />- Família<br />- Escola<br />- Religião<br />- Cultura</p>
<p><br />10’ De posse das seis listas, refazer o grupo completo e analisar as características:</p>
<p>dos desejos / necessidades / demandas:<br />- individuais<br />- coletivos<br />- contraditórios<br />- conflitantes<br />- caóticos</p>
<p>Introduzir a idéia da necessidade de um organizador que dê limite à<br />desordem do querer - como prévio à introdução do conceito de RAZÃO.</p>
<p>Apresentar aos alunos frases famosas sobre razão:</p>
<div class="pensa">
<p class="fr">As paixões ensinaram a razão aos homens.</p>
<span class="aut"><a class="autor" href="http://pensador.uol.com.br/autor/william_shakespeare/">William Shakespeare</a><br /><br /></span></div>
<div class="pensa">
<p class="fr">A única amizade que vale é a que nasceu sem razão.</p>
<span class="aut"><a class="autor" href="http://pensador.uol.com.br/autor/arthur_schendel/">Arthur Schendel</a><br /><br /></span></div>
<div class="pensa">
<p class="fr">A razão é um sol impiedoso; ela ilumina, mas cega.</p>
<span class="aut"><a class="autor" href="http://pensador.uol.com.br/autor/romain_rolland/">Romain Rolland</a><br /><br /></span></div>
<div class="pensa">
<p class="fr">A razão do melhor é sempre a mais forte.</p>
<span class="aut"><a class="autor" href="http://pensador.uol.com.br/autor/victor_hugo/">Victor Hugo</a></span><br /><br /></div>
<div class="pensa">
<p class="fr">Só ficamos satisfeitos em ter razão se conseguimos provar que os outros estão totalmente errados.</p>
<span class="aut"><a class="autor" href="http://pensador.uol.com.br/autor/william_hazlitt/">William Hazlitt</a></span><br /><br /></div>
<div class="pensa">
<p class="fr">Quando a cólera ou o amor nos visita a razão se despede.</p>
<span class="aut"><a class="autor" href="http://pensador.uol.com.br/autor/marques_de_marica/">Marquês de Maricá</a></span>
<ul class="iconbar"><br /></ul>
</div>
<div class="pensa">
<p class="fr">A loucura é uma ilha perdida no oceano da razão.</p>
<span class="aut"><a class="autor" href="http://pensador.uol.com.br/autor/machado_de_assis/">Machado de Assis</a></span><br /><br /></div>
<div class="pensa">
<p class="fr">Amar é dar razão a quem não tem.</p>
<span class="aut"><a class="autor" href="http://pensador.uol.com.br/autor/nelson_rodrigues/">Nelson Rodrigues</a></span></div>
<div class="pensa">&nbsp;</div>
<div class="pensa">
<p class="fr0">"A Razão e a Paixão são o leme e as velas da alma navegante. Sem ambos, ficarias à deriva ou parado no meio do mar. <br />
Se a Razão governar sozinha, será uma força limitadora. E uma Paixão Ignorada é uma chama que arde até sua própria destruição."</p>
<span class="aut"><a class="autor" href="http://pensador.uol.com.br/autor/khalil_gibran/"></a></span></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Parte 2: DESEJOS X RAZÃO</p>
<p><br />Trabalhar com os alunos questões relacionadas a desejos sem limites; Limites do seus desejos; Liberdade sem freios Moderação<br />Satisfação de todos os seus desejos Temperança; Vida de prazeres; Equilíbrio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rflexões sobre o tema:</p>
<p>- O ser humano não é só desejo, possui também razão.<br />- O desejo pode converter-se em uma forma de escravização e não de<br />liberdade.<br />- A razão entendida como forma de organizar e colocar limites ao desejo,<br />como condição de possibilidade de escolha.<br />- Escolher pode também ser considerado um apelo à razão.<br />Aqui pode ser pertinente animar um debate: quem tem razão? Ou quem está mais de acordo com Cálicles?</p>
<p><br />15’ Distribuir a letra da música Comida, do grupo Titãs, e motivar o grupo paraa audição a partir de duas frases que ficarão escritas no quadro:<br /><br />Levar o grupo à reflexão acerca do caráter de individualidade do desejo<br />humano e da importância de que sejam conhecidos. Questões para reflexão:</p>
<p><br />- O seu desconhecimento leva à possibilidade de manipulação externa ao<br />sujeito.<br />- O sujeito é absolutamente livre para desejar?</p>
<p>Após a reflexão distribuir a cada aluno uma tira de cartolina colorida e pedir que escrevam uma breve reflexão sobre a liberdade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Recursos didáticos para esta aula:</strong></p>
<p><br />- Quadro e giz<br />- Recortes de publicidade atual<br />- Dois textos: adaptação do Górgias<br />- Letra de "Comida", música dos Titãs e aparelho de som <br />- Tiras de cartolina colorida, de 5cm x 20cm, uma para cada aluno.</p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2011-06-01T18:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-30-convivencia-na-diversidade">
    <title>Plano de aula 31 - Convivência na Diversidade</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-30-convivencia-na-diversidade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>Este plano de aula foi extraído do "FÓRUM DA DIVERSIDADE E IGUALDADE" - SESSÃO DE COMUNICAÇÕES</p>
<p><br />Conteúdos: identidade, diversidade, linguagem oral, auto-retrato, desenho artístico.</p>
<p>Disciplinas envolvidas: História, Língua Portuguesa, Artes.<br /><br /><strong>Objetivos</strong><br /><br /><br /><strong>Objetivo Geral</strong><br />•&nbsp;&nbsp;&nbsp; Reconhecer a diversidade presente em sala e a importância da convivência pacífica frente às diferenças, visando a construção de uma postura de tolerância e respeito ao outro.<br /><br /><strong>Objetivos específicos:</strong></p>
<p><br />•&nbsp;&nbsp;&nbsp; Participar de comunidades de investigação filosófica(*) sobre a temática “A diversidade em nossa escola”.<br />•&nbsp;&nbsp;&nbsp; Retratar a própria imagem, ressaltando suas principais características físicas mais notáveis (textura dos cabelos, altura, cor dos olhos, da pele...).<br />•&nbsp;&nbsp;&nbsp; Retratar o colega, de modo a ser fidedigno quanto as suas características físicas (textura dos cabelos, altura, cor dos olhos, da pele...).<br />•&nbsp;&nbsp;&nbsp; Observar as produções, identificando e analisando as idiossincrasias dos colegas de classe, relacionando tais especificidades à riqueza de valores e experiências que tamanha heterogeneidade pode favorecer ao grupo.<br />_____________<br />( ) O termo foi inicialmente cunhado por Pierce favorecendo a comunidade científica, depois ampliando essa visão a sala de aula. “Uma comunidade de investigação pelo caminho que esta conduz do invés de ser limitada pelas linhas divisórias das disciplinas existentes”. (LIPMAN, 1995).<br /><br /><strong>&nbsp;Metodologia</strong><br /><br />1. Para iniciar, a classe deve estar disposta em um círculo, em que todos possam se ver.&nbsp; Será feita a leitura do livro “Mirradinho”. Utilizando-se de uma alusão ao personagem Mirradinho, que era menosprezado pelos outros, por ser árvore de pequeno porte, questionar se na realidade isso ocorre, se alguma vez se sentiram depreciados por alguma característica que possuam. Neste sentido, o colóquio se conduzirá a conclusões que evidenciem a importância da convivência na diversidade enquanto meio de socialização de conhecimentos, valores, culturas e outras características que possam compor a riqueza de um povo. <br /><br />2. Após a comunidade de investigação filosófica é proposto ao aluno que faça o seu retrato. Para tanto, deixa-se a disposição dos alunos um espelho (tomando-se os devidos cuidados). <br /><br />3. É importante que se faça uma pequena exposição desses retratos na sala, para que as crianças possam apreciar o desenho de todos, identificando o colega apenas pela ilustração, sem saber quem a fez.<br /><br />4. Logo, disponha a sala em duplas, escolhidas por sorteio. Como tarefa, solicite que cada um da dupla desenhe seu par, ressaltando em seu retrato as características do colega quanto à textura, comprimento e cor dos cabelos, cor e formato dos olhos,<br />estatura, cor da pele; fortalecendo sempre aos alunos que a intenção é retratar o colega e não suas roupas e/ ou objetos pessoais.<br /><br />5. Para encerrar, reúna os alunos novamente em círculo, para que possam falar sobre a atividade, se concordam com a forma como foram retratados, quais foram os critérios que utilizaram para reproduzir o colega de determinada maneira.<br /><strong><br />Recursos</strong><br /><br />•&nbsp;&nbsp;&nbsp; Lápis de cor<br />•&nbsp;&nbsp;&nbsp; Giz de cera<br />•&nbsp;&nbsp;&nbsp; Folhas de papel sulfite<br />•&nbsp;&nbsp;&nbsp; Lápis de escrever e borracha<br />•&nbsp;&nbsp;&nbsp; Livro “Mirradinho”<br /><br /><strong>Avaliação</strong><br /><br />Como critério serão considerados os índices de envolvimento do aluno na atividade, seu empenho em participar das atividades de expressão oral e suas atitudes de reconhecimento da importância da diversidade em sala de aula através da ilustração de si e do outro.<br /><strong><br />Bibliografia</strong><br /><br /><br />LIPMAN, Mathew. O Pensar na Educação. Tradução de Ann Mary Fighiera Pérpetuo. Petrópolis: Vozes, 1995.<br /><br />SILVA, C. C. e SILVA, N. R. Mirradinho. São Paulo: Editora do Brasil, 1995.<br /><br />SOUZA, Irene Sales de. Trabalhando como preconceito e a discriminação na escola: Relato de uma experiência. In: Pedagogia Cidadã – Cadernos de Formação – Fundamentos Sociológicos e Antropológicos da Educação. São Paulo.&nbsp; Unesp, Pró Reitoria de Graduação, 2003.<br /><br /><br /></p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2011-05-13T12:22:23Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-30-novos-trabalhos">
    <title>Plano de aula 30 - Novos trabalhos</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-30-novos-trabalhos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>Este plano de aula foi elaborado com exclusividade para a revista Onda Jovem.<br /><strong><br />Novos trabalhos</strong><br /><br />Pedagogo sugere atividades para levar o jovem a refletir sobre a participação mais criativa e transformadora no mundo do trabalho: o empreendedorismo solidário.<br />&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />Este plano de aula utiliza como referência o artigo “Desempregado,sim; desocupado, não”, de Iara Biderman. As sugestões de atividades são do pedagogo Francisco José Carvalho Mazzeu, professor de Prática de Ensino e pesquisador na área de Educação de Jovens e Adultos no Departamento de Didática da UNESP/Araraquara e diretor da Unitrabalho, rede universitária nacional que agrega 92 instituições de ensino superior com a missão de realizar pesquisas, estudos e capacitação profissional.<br /><br />O objetivo do plano de aula é possibilitar aos jovens uma reflexão sobre os desafios e as oportunidades do mundo do trabalho contemporâneo. As atividades procuram levar o grupo a diferenciar trabalho e emprego, perceber as oportunidades e os riscos do empreendedorismo e do trabalho autônomo, compreender a necessidade de dar um significado e um sentido para o trabalho, identificar a potencialidade da economia solidária como alternativa ao desemprego e os caminhos e passos concretos para uma inserção mais criativa e transformadora no mundo do trabalho.<br />I) Trabalho x Emprego<br /><br />Aqui se procura desenvolver a diferenciação conceitual que possibilita compreender o texto Desempregado,sim; Desocupado, não . A base dessa diferenciação é a identificação das características específicas da relação de emprego, especialmente a troca das horas de trabalho pelo salário e a subordinação à estrutura hierárquica da empresa tradicional. Essas características não estão presentes em todas as formas de trabalho.<br />Atividade 1: Convidar para conversar com os jovens uma liderança sindical ou de movimentos sociais dos trabalhadores, preferencialmente que tenha bastante empatia com os jovens e facilidade de comunicação. Solicitar ao convidado que conte como era o trabalho no início de sua vida profissional e como é atualmente. Solicitar aos jovens que preparem pelo menos uma pergunta cada um para ser feita ao convidado, tendo como tema As mudanças no mundo do trabalho . Sortear três jovens para fazerem perguntas ao convidado e orientar para que todos anotem os pontos principais das respostas. Se necessário, sortear outro grupo de três para fazer perguntas. Propor a formação de pequenos grupos para debater a apresentação e as respostas dadas, sintetizando as conclusões em uma tabela do tipo Antes e Agora , onde sejam registradas as principais mudanças identificadas no mundo trabalho, a partir do depoimento. Comentar as conclusões de cada grupo, destacando: a redução do emprego formal, o desaparecimento de atividades e profissões, as mudanças nas relações de trabalho no interior das empresas e as mudanças na trajetória individual do convidado na sua vivência como trabalhador.<br />Atividade 2: Apresentar um filme que mostre mudanças no mundo do trabalho e a reação dos sujeitos a essas mudanças, por exemplo: Tempos Modernos , As vinhas da Ira , Como eliminar seu chefe , A creche do papai , Robôs etc. Também podem ser usadas fotografias de jornais ou revistas mostrando situações de trabalho em diferentes momentos do tempo.<br /><br />A partir da exploração do material, provocar um debate sobre as seguintes questões: quais são as mudanças que o filme ou imagem retrata? Como os personagens reagiram ou parecem estar reagindo a essas mudanças? O que vocês fariam se estivessem no lugar desses personagens? Sistematizar as conclusões do debate e, se for o caso, solicitar aos jovens que produzam uma imagem, na forma de desenho, grafite, charge ou representação semelhante, expressando suas próprias conclusões ou opiniões sobre o assunto. Expor todos os trabalhos elaborados para o grupo.<br />Atividade 3: Solicitar aos jovens que indiquem quais as profissões e trabalhadores que eles conhecem, por exemplo: vendedor, médico, lixeiro, etc. Listar essas profissões em um quadro. Identificar com os jovens quais dessas atividades geralmente são exercidas como emprego formal. Notar que em vários casos haverá dúvida, pois podem ocorrer as duas situações. O principal é destacar as situações mais típicas e o que diferencia o emprego de outras formas de trabalho. Propor que o grupo se divida em equipes e cada uma monte uma pequena representação, com duração de três a cinco minutos, retratando uma situação vivida por um trabalhador, como: Uma entrevista de emprego , Uma demissão , A venda de um produto , Uma briga entre colegas de trabalho , Uma briga entre amigos , entre outras. Promover um debate a partir das apresentações, destacando nas situações: a diferença de comportamento do trabalhador em uma situação de emprego e em outras formas de trabalho (por exemplo, um vendedor de uma loja e um vendedor ambulante), como os conflitos são resolvidos nas duas situações, como o trabalhador se sente e quais as suas perspectivas nos dois contextos etc.<br />Atividade 4: Pedir aos jovens que leiam o texto Desempregado,sim; Desocupado, não . Dependendo do grau de desenvolvimento da leitura do grupo e do tempo disponível, poderão ser lidos apenas os três primeiros parágrafos. Destacar a primeira frase do texto Para quem ainda acha que ter trabalho é conseguir emprego... . Colocar a frase em um quadro, na forma de assertiva: Ter trabalho é conseguir um emprego . Indagar se os participantes concordam com essa afirmação ou discordam e solicitar que expliquem suas posições. Solicitar aos jovens que, com base nas afirmações do texto, indiquem as principais vantagens e as desvantagens para o trabalhador de ter um emprego fixo.<br />Atividade 5: Propor aos jovens a seguinte questão para reflexão: com os conhecimentos e experiência que você possui hoje, que tipo de trabalho você faz ou poderia fazer? Pedir que escrevam a atividade que exercem ou poderiam exercer atualmente em um pedaço de papel, com letras grandes. Afixar os papéis em uma parede ou varal. No caso daqueles que trabalham, pedir que expliquem se possuem um emprego fixo ou exercem a sua atividade de outra forma. No caso daqueles que não estão trabalhando atualmente pedir que indiquem qual a possibilidade (pequena, média ou grande) de conseguir um emprego para exercer a atividade indicada. Separar os papéis segundo a possibilidade maior ou menor de que o trabalhador consiga um emprego formal naquela atividade.<br />II) Ter um negócio próprio: sonho ou pesadelo?<br /><br />O objetivo é perceber as oportunidades e os riscos do empreendedorismo e do trabalho autônomo.<br />Atividade 1: Convidar dois micro-empreendedores para conversar com os jovens, sendo um deles que tenha conseguido sucesso e outro que tenha tido de fechar seu negócio. A partir de experiência relatada por eles, debater com o grupo os pós e contras de abrir um negócio próprio, os cuidados necessários, onde procurar ajuda e outros pontos importantes que emerjam dos depoimentos.<br />Atividade 2: Colocar ao grupo a seguinte questão: Se vocês fossem começar um negócio, o que vocês iriam fazer? Listar em um quadro as ações sugeridas, destacando as necessidades e os desafios que teriam que ser enfrentados, tais como: a busca de financiamento, informações sobre gestão, acesso ao mercado etc.<br />Atividade 3: A partir do texto de trabalho do plano de aula, pedir aos jovens que identifiquem as principais oportunidades e riscos para quem começa um negócio próprio. Sintetizar com eles os principais pontos, num quadro. Identificar e registrar os principais locais em que se pode obter apoio e orientação sobre a abertura de micro-empresas, tais como Balcão do SEBRAE, balcão de empregos da Prefeitura, incubadoras de universidades, ONGs que trabalham com empreendedorismo ou com protagonismo juvenil, dentre outros. Apresentar aos jovens um exemplo de Plano de Negócios, destacando a importância desse instrumento na criação de um empreendimento. Esse material pode ser obtido em alguma das organizações citadas acima ou por meio de pesquisa na internet. Uma busca no google (www.google.com.br) fornecerá várias opções de locais que tratam desse assunto. O site www.makemoney.com.br é um dos locais em que se pode conseguir informações detalhadas sobre Planos de Negócios.<br />Atividade 4: Propor aos jovens que formem pequenos grupos (três ou quatro pessoas) e imaginem que iriam formar uma empresa. Pedir que escolham um nome para ela, definindo seu setor de atividade (produção, comércio ou serviços), para quem venderiam ou prestariam serviços e quais as cinco coisas mais importantes a fazer para começar esse emprendimento. Dar oportunidade para que possam expor e debater os resultados desse trabalho.<br />III) Trabalhar para quê?<br /><br />O propósito é levar o jovem a compreender a necessidade de dar um significado e um sentido ao trabalho.<br />Atividade 1: Apresentar aos jovens fotos ou charges de situações diversas onde as pessoas convivem, tais como: uma festa, uma situação de trabalho, um show etc. Também pode ser solicitado que dramatizem alguma dessas situações. Focalizar um indivíduo presente nessas situações. Pedir que imaginem por que ele ou ela está ali. Qual seria seu principal motivo, o que ele/ela espera que possa acontecer? A partir do debate sobre algumas dessas situações ajudar o grupo a constatar que existem diferentes motivos para as pessoas agirem e esses motivos são importantes para se compreender o sentido que essa atividade tem para elas.<br />Atividade 2: Retomando o texto Desempregado,sim; Desocupado, não , listar os principais motivos citados que estão orientando jovens na busca de uma profissão e na orientação de sua carreira. Mostrar que motivos como sentir prazer com o trabalho (fazer algo de que se gosta) e contribuir para uma sociedade melhor são cada vez mais importantes, em vez de apenas buscar o sucesso econômico, estabilidade etc, embora esses motivos não precisem (nem devam) ser descartados. Como dizia o poeta Vinicius de Morais, é preciso saber ganhar dinheiro com poesia .<br />Atividade 3: Solicitar aos jovens que elaborem uma lista das dez coisas que cada um espera ter conseguido quando estiver aposentado. Dar oportunidade para que apresentem as listas e promovam um debate a partir delas.<br />IV) Economia solidária<br /><br />O objetivo é levar o jovem a identificar o potencial da economia solidária como resposta ao desemprego<br />Atividade 1: Debater com os jovens a questão do desemprego a partir de suas próprias experiências e vivências, lançando perguntas como: quem já procurou emprego? O que aconteceu? Destacar a dificuldade de enfrentar individualmente o problema do desemprego.<br />Atividade 2: Retomar o texto de trabalho do plano de aula e pedir a um dos membros do grupo que leia em voz alta o depoimento de Verônica Sá, da ONG Conexão Solidária. Solicitar a outro participante que comente o depoimento. Com base nas informações contidas no texto, construir com os jovens uma tabela indicando as principais diferenças entre uma empresa tradicional e um empreendimento solidário (mais informações sobre essa questão podem ser obtidas na bibliografia citada no final deste plano de aula).<br />Atividade 3: Solicitar aos jovens que dividam uma folha de papel em duas partes, registrando em uma delas quais seriam as expectativas de um jovem trabalhando em uma empresa tradicional e um outro, trabalhando em um empreendimento solidário.<br />V) Como fazer um empreendimento solidário?<br /><br />O objetivo é identificar caminhos e passos concretos para uma inserção mais criativa e transformadora no mundo do trabalho.<br />Atividade 1: Convidar um ou mais representantes de empreendimentos solidários (cooperativas, associações ou empresas recuperadas). Solicitar que apresentem a história do empreendimento, detalhando especialmente o que significa esse empreendimento para eles, como é sua relação com esse trabalho. Solicitar aos jovens que preparem perguntas a serem feitas aos convidados. Se possível, organizar uma visita a um dos empreendimentos.<br />Atividade 2: Solicitar aos jovens que elaborem uma lista de passos que teriam que ser dados para se formar um empreendimento solidário e onde poderia ser obtido apoio para isso. Por exemplo, a rede Unitrabalho dispõe de mais de trinta incubadoras de empreendimentos solidários em todas as regiões do país, que auxiliam gratuitamente os grupos (especialmente os de baixa renda) a formarem seus empreendimentos.<br />Atividade 3: Propor ao grupo o desafio de elaborar um Plano de Negócios para um possível empreendimento solidário. Ver abaixo sites que apresentam orientações e exemplos. Esse desafio é bastante complexo e pode dar origem a inúmeras outras atividades pedagógicas.<br />Bibliografia de apoio para os professores<br /><br />Sobre a concepção de trabalho<br />ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? (ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho). São Paulo: Cortez, 1995<br />Sobre a formação de conceitos<br />VYGOTSKY, L. - Pensamento e linguagem. SP, Martins Fontes, 1988.<br />VYGOTSKY, Leontiev, Luria. - Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. SP, Icone, 1988.<br /><br />Sobre significados e sentidos do trabalho<br />LEONTIEV, Alexis O desenvolvimento do Psiquismo, Lisboa, Livros Horizonte, 1978.<br /><br />Sobre economia solidária<br />SINGER, Paul &amp; SOUZA, André R. de. A economia solidária no Brasil: a autogestão como resposta ao desemprego. São Paulo, Contexto, 2000<br /><br />Links interessantes sobre o tema<br />No site:<br />www.ecosol.org.br podem ser encontrados diversos textos sobre a Economia Solidária.<br />www.unitrabalho.org.br Rede nacional de universidades que apoia a formação de Empreendimentos Econômicos Solidários<br />www.unisolbrasil.com.br Central de Empreendimentos de Economia Solidária</p>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2011-04-27T20:55:18Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-29-ler-e-escrever">
    <title>Plano de aula 29 - Ler e Escrever</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-29-ler-e-escrever</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>Este plano de aula foi eleborado com exclusividade para Revista Onda Jovem para a Edição 18 - Ler e Escrever<br /><br /><strong>Laboratório de escrita<br /></strong><br />Luiz Antonio de Assis Brasil sugere minioficinas para envolver os jovens com a produção de textos criativos na escola.<br />&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />A prática regular e orientada da escrita pode ser a chave para libertar um talento literário ou apenas ajudar o praticante a dominar boa técnica de expressão, diz o professor Luiz Antonio de Assis Brasil, ministrante de oficinas de criação literária na Faculdade de Letras da PUC-RS e autor das aulas de produção de textos criativos aqui sugeridas. Na edição 18 de Onda Jovem, sobre leitura e escrita, é dele o ensaio que reflete sobre a pertinência da oficina literária em sala de aula, que pode ser acessado nesta página.</p>
<p><strong>Aula I - METAMORFOSES</strong><br /><br />Objetivo<br />Possibilitar que o grupo conheça algo dos indivíduos que o compõem, ampliando-se, assim, as experiências interpessoais e o conhecimento das possibilidades de transformação do ser humano.<br /><br />Materiais<br />Papel e caneta / computador.<br /><br /><strong>Desenvolvimento</strong><br /><br />1. Explanar brevemente aos alunos o que seja uma metamorfose; o exemplo mais fácil de entender é o de uma lagarta que se transforma numa borboleta;<br /><br />2. Pedir a cada membro do grupo que escreva a experiência de uma metamorfose pessoal, narrando as etapas de sua passagem da condição humana à condição de um dos elementos da natureza: um animal, o vento, o fogo, uma pedra, uma árvore etc. Cada aluno deverá narrar como se operou a alteração das funções propriamente humanas: respiração, fala, movimentos, sangue, pensamentos, emoções, etc.<br /><br />3. Estimular a leitura dos textos produzidos;<br /><br />4. Colher a opinião dos alunos sobre cada texto;<br /><br />5. Evidenciar que foi realizado, com liberdade e autonomia, um exercício de imaginação, e o quanto o ser humano contém, dentro de si, plenas possibilidades de transformação, tanto no sentido alegórico quanto no sentido concreto de alteração do ritmo de sua vida; e mais: o quanto permanece de nós nas etapas de transformação, por mais radicais que pareçam ser.</p>
<p><strong></strong></p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2011-04-07T21:02:44Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-28-o-aprendiz">
    <title>Plano de aula 28 - O Aprendiz</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-28-o-aprendiz</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>Este plano de aula foi elaborado com exclusividade para a Revista Nova Escola e encontra-se disponível no site:<a class="external-link" href="http://revistaescola.abril.com.br">http://revistaescola.abril.com.br </a></p>
<p><strong>Conteúdo</strong><br />O mundo do trabalho</p>
<p><strong><br />Objetivos </strong><br />Analisar a função do estágio, da Idade Média aos dias atuais</p>
<p><strong>Conteúdo relacionado</strong></p>
<p>Reportagem da Veja:<br />•&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a class="external-link" href="http://veja.abril.com.br/171007/ponto_de_vista.shtml">Falsos estágios? </a><br />Reportagem:<br />•&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a class="external-link" href="http://revistaescola.abril.com.br/historia/fundamentos/serviam-castelos-474476.shtml">Para que serviam os castelos?</a></p>
<p><strong>Introdução </strong><br />O artigo do economista Claudio de Moura Castro publicado em VEJA analisa se o estágio é porta de entrada (ou dos fundos) para a profissão e discute a validade da legislação que rege a contratação dessa mão-de-obra. Que tal abordar o assunto com o público-alvo - o estudante do Ensino Médio que está prestes a se formar? <br /><br /><strong>Atividades</strong><br />1ª aula - Leia para os alunos o texto do historiador belga Henri Pirenne (1862-1935) que descreve o mercado de trabalho na Idade Média. "Os membros de toda corporação dividem-se em categorias subordinadas umas às outras: os mestres, os aprendizes e os companheiros. Os mestres formam a classe dominante de que dependem as outras duas. São pequenos chefes de oficinas, proprietários da matéria-prima e das ferramentas. Pertencem-lhes os produtos fabricados e, portanto, todos os lucros da venda ficam em suas mãos. Ao seu lado, os aprendizes iniciam-se no ofício sob sua direção, uma vez que ninguém pode ser admitido no exercício da profissão sem garantia de capacidade. Os companheiros, enfim, são trabalhadores assalariados que terminaram o aprendizado, porém não puderam ainda elevar-se à categoria de mestre" (trecho extraído do livro História Econômica e Social da Idade Média). <br /><br />Peça à classe que se divida em grupos e pesquise textos e imagens sobre o papel do jovem em uma oficina artesanal entre os séculos V e XV. O resultado deve ser apresentado em cartazes que serão afixados na sala na aula seguinte. <br /><br /><strong>2ª aula</strong>:&nbsp; Debata as funções do aprendiz, convide os jovens a explorar o processo de desenvolvimento do Brasil que sofreu uma profunda transformação desde o início do século XX. <br /><br />A industrialização foi intensificada a partir de 1930, depois da grande crise que atingiu o principal produto de exportação brasileiro, o café. Também esteve vinculada à gestão de Getulio Vargas, que avançou no controle estatal das atividades ligadas ao petróleo e a combustíveis por meio da criação do Conselho Nacional do Petróleo. Na década de 1940, o presidente fundou a Companhia Siderúrgica Nacional e a Companhia Vale do Rio Doce. <br />Mesmo durante o regime militar, entre 1964 e 1985, o padrão de desenvolvimento foi mantido baseado na expansão do mercado interno. As exportações viveram franco crescimento. <br /><br />O "país do futuro", para usar uma expressão da época, oferecia um mercado de trabalho amplo e a grande população jovem era beneficiada (a taxa de natalidade era maior do que a atual). Nas fábricas e escritórios, por exemplo, era rotineira a presença do estagiário, como passaram a ser chamados a partir do final dos anos 1950, quando foram admitidos nos setores mais dinâmicos da economia. O estágio era o caminho para no futuro próximo ser efetivado como empregado de uma empresa. Proponha aos alunos uma pesquisa sobre esse período histórico e escale-os para exibir os resultados para a classe. <br /><br />A busca pelo emprego sempre foi uma preocupação do brasileiro e ocupa diariamente as páginas de jornais e revistas. Isso é algo mais presente nos últimos vinte anos, quando o processo de aceleração da economia acabou sendo interrompido e até hoje não foi retomado, ao menos no ritmo que reinou até a década de 1970. <br /><br />Solicite aos adolescentes que se dividam em grupos e discutam suas perspectivas, o que desejam estudar, qual a profissão escolhida e a importância do estágio como momento inicial da vida profissional. Não esqueça de investigar, junto com eles, as áreas mais promissoras de acordo com a opinião de especialistas. Cada grupo deve apresentar um relatório e compartilhar os resultados com a classe. <br /><br /><strong>3ª aula:</strong> Em algumas companhias, a adoção do estágio serve para explorar um empregado pagando salários baixos e criando uma situação de instabilidade para os funcionários mais antigos. Pela idade e tempo de carreira, os mais velhos têm mais responsabilidades profissionais, pessoais e até familiares, diferentemente do jovem, que, normalmente, é solteiro, vive na casa dos pais e tem poucos gastos com serviços, como o pagamento de água, luz e aluguel. <br /><br />Peça a cada aluno que escolha um parente para ser entrevistado sobre o início de sua carreira. Pode ser o pai, o irmão, o primo, o tio ou o avô. Para aqueles parentes que passaram pelo estágio, sugira que descrevam de forma minuciosa o significado dessa experiência para a futura vida profissional. Selecione os melhores depoimentos e apresente para a classe, pedindo também que os estudantes esclareçam as eventuais dúvidas que possam surgir. <br /><strong><br />4ª aula:</strong>&nbsp; Depois da leitura do artigo de Claudio de Moura Castro, incentive os alunos a saber mais sobre a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), conjunto de normas que regula as relações trabalhistas e incluis os estagiários, limites de horários, remuneração e outros. As informações podem ser obtidas no Ministério do Trabalho ou em pesquisas do IBGE. <br /><br /><strong>Para seus alunos - Porta de entrada </strong><br /><br />Fundado há 43 anos, o Centro de Integração Empresa-Escola&nbsp; o CIEE&nbsp; é uma ONG. Nessas quatro décadas, ele já inseriu cerca de 7 milhões de jovens estudantes no mercado de trabalho, contando com a parceria de 140 mil empresas e órgãos públicos. Mantido por empresas, tem sua atuação pautada pela legislação específica para o estágio: a Lei 6494/77 e seu decreto de regulamentação (87497/82). <br /><br />No vestibular 2007 da Fuvest, por exemplo, a relação de candidatos por vaga nos cursos ligados à tecnologia da informação da Universidade de São Paulo, USP, não chegou a dez, enquanto em Publicidade e Propaganda essa relação chegava a 61. "O CIEE mantém mais de 13 mil estudantes de TI em programas de estágio e, nesse momento, conta com cerca de 800 vagas abertas", informa Eduardo Sakemi, superintendente de Tecnologia e Logística do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE). <br /><br />De acordo com ele, no ano passado 13 mil organizações privadas e públicas abriram 42 mil vagas de estágio. <br /><br />Mais informações no site www.ciee.org.br<br /><br /></p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2011-03-31T14:42:11Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-27-meios-de-expressao">
    <title>Plano de aula 27 - Meios de expressão</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/planosdeaula/plano-de-aula-27-meios-de-expressao</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[Este Plano de aula foi elaborado exclusivamente para a Edição 8 da Revista Onda Jovem pelo professor Cadu Dias Lopes
<p>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há mais doze anos este professor realiza trabalhos em mídia-educação com jovens entre 14 e 18 anos, produzindo jornais escritos, telejornais, documentários, ficções, programas de rádio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Denominando as atividades propostas de “encontros com a criatividade e a produção”, os objetivos do plano de aula:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Desenvolver a capacidade criativa, senso de organização e responsabilidade, reforçando hábitos de disciplina e concentração no trabalho individual e em grupo;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Encorajar a confiança nos próprios meios de expressão, propiciando oportunidades para o pensamento criativo;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Trabalhar as diversas áreas como produção de texto, pesquisa de conteúdo, pesquisa de novos materiais para produção, operação de equipamentos etc;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Compreender as várias linguagens como importantes meios de expressão e comunicação;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Desenvolver a consciência crítica - principalmente em relação aos meios de comunicação, que são fortíssimos formadores de opinião - observando e analisando os produtos feitos por detrás das “câmeras”.</p>
<strong><br />1º Encontro: Descobrindo a Criatividade</strong>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Numa sala, com os alunos dispostos em uma grande roda, o educador propõe, para descontrair, um bate-papo sobre o ser criativo. O que é criatividade? O que é preciso para ser criativo? Essas e outras perguntas do gênero podem ser exploradas. Quando o educador perceber que os alunos entraram no tema, apresenta ao grupo o modelo de “brainstorm”, a famosa tempestade de idéias. Dois ou três jovens serão os relatores das diversas idéias. O ideal é que os relatores não fiquem muito próximos um do outro. Um novo elemento é introduzido na conversa, que é falar sobre comunicação aliada aos elementos criativos do papo anterior. Ao final da bateria de idéias os relatores anunciam os pontos, em comum, que a turma falou. Pela minha experiência acho difícil essa conversa se esgotar, por isso é importante que o educador controle o tempo para que o grupo não disperse com tantas idéias. É importante também não se ter o receio de coordenar o direcionamento das idéias. Dependendo da situação isso pode ser muito produtivo e educativo. O cuidado que o educador deve ter é de não impor, mesmo sem querer, suas idéias. As opiniões do educador podem e devem fazer parte do todo da conversa, desde que estejam afinadas com as idéias dos jovens. Afinal, o “brainstorm” é deles.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para encerrar esse encontro o educador divide a turma em quatro ou cinco grupos e pede uma pesquisa, para o próximo encontro, onde os grupos vão procurar saber mais detalhes sobre os veículos de comunicação e suas formas (jornal, telejornal, revista, rádio etc). Cada grupo, por formato de mídia, deverá apresentar por escrito e com o máximo de detalhes possível, o resultado da pesquisa.</p>
<p>Dicas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Nas ciências, nas artes e nos negócios, a imaginação de pessoas criativas e ousadas é mais importante do que o conhecimento - Albert Einsten”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um livro muito bom para contribuir nesse momento do trabalho é o “AHA!”, de Jordan Ayan (Negócio Editora) que trabalha o espírito criativo.</p>
<strong><br />2º Encontro: Mão na “massa”</strong>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste segundo encontro, a configuração da sala pode mudar um pouquinho. Agora, para facilitar o trabalho,</p>
<p>podemos introduzir uma mesa grande, no centro, onde as pesquisas, documentos e demais materiais trazidos</p>
<p>pelos alunos serão apresentados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O educador pede para que cada grupo apresente o resultado de suas pesquisas. Seria muito interessante se nesse encontro permanecesse a dinâmica dos relatores. Depois do processo terminado, tanto educador e alunos poderão perceber exatamente as etapas do trabalho. Depois que todos os grupos apresentarem seus relatos, a turma definirá em que mídia a produção da turma será realizada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cabe ao educador observar os graus de dificuldade da produção a ser escolhida. Não que isso seja um problema, mas pode ser produtivo nesse momento facilitar as coisas para os jovens. Como sugestão, proponho a produção de um jornal impresso (pode ser que o grupo opte por outras mídias, o que também não é problema. Em qualquer uma das opções, há muito trabalho para todos e a lógica da divisão de tarefas é, mais ou menos, a mesma). Numa turma a gente sempre encontra aqueles alunos que gostam mais de escrever, outros que gostam mais de desenhar, outros que adoram dar idéias, fotografar etc. Nessa hora o papel do educador é estar sensível para perceber as vocações de seus alunos e privilegiar, na divisão de tarefas, a seleção das tarefas por vocação de aluno. É fundamental que os jovens estejam bem motivados.</p>
<p>Dicas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Quando se permite a elas (crianças), que usem essa linguagem para produzir mensagens, juntamente com seus professores, a auto-estima cresce e essa criança começa a sentir que é uma cidadã do mundo. E aí, no caso, ela passa a colaborar com os professores, com a escola na produção de uma educação diferenciada.”</p>
<p>Ismar Soares - NCE ECA/USP - Brasil (4ª Cúpula Mundial de Mídia Para Crianças e Adolescentes - 2004)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os conceitos de produção de texto para o jornalismo impresso podem ser facilmente encontrados nos manuais de redação de alguns dos grandes veículos como O Globo, A Folha etc, encontrados nas grandes livrarias. É importante que o educador encontre junto com os alunos a “cara” do jornal que eles vão fazer. A identidade visual também é muito importante. Quando se planeja um veículo impresso é sempre bom trabalharmos com um rascunho para que todos possam ajudar na construção da identidade visual e na distribuição das matérias, fotos, etc pelo jornal. Uma outra sugestão é criar um jornal de quatro páginas. Para começar, acho que esse número é o ideal. Mas se o grupo decidir, pode ter oito páginas. Esse rascunho, que depois vai ser o layout do jornal, nós chamamos de “boneco”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estamos chegando ao fim desse encontro. Imagino que os alunos vão estar “loucos” para fazer logo esse jornal ou a mídia que escolheram. Um bom exercício de casa é pedir que os jovens tragam exemplos de matérias, fotos, desenhos dos veículos impressos que eles mais gostam e também daqueles que eles “julgam” ser “caretas” ou adultos demais para eles.</p>
<p>&nbsp;</p>
<strong>3º Encontro: Fazendo o Jornal</strong>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O educador deve sempre estar reforçando no grupo a importância da responsabilidade, do compromisso de apresentar as tarefas pedidas. O trabalho de casa, se for encarado como um “trabalho profissional”, porque vai ter um sentido de existir que, talvez, os jovens percebam melhor, é sempre mais bem aceito. A dinâmica pode e deve sempre ser descontraída. Mas o compromisso e seriedade nunca podem ser perdidos de vista. Um simples equívoco nesses conceitos pode representar uma enorme frustração na turma porque o produto escolhido pode não ser realizado. Tentar trazer as famílias para dentro desse processo também pode ser muito educativo. Quase sempre encontramos pais, tios, primos que são profissionais de comunicação e que sempre acabam se dispondo a colaborar com o grupo, sentando para uma conversa sobre um tema específico, ou até ajudando diretamente no processo de construção do veículo (mídia). A Educação deve repetir a vida. Na vida, além dos cursos de especialização, também aprendemos muito com pessoas que sabem o que fazem, conhecem as técnicas, têm formação, mas simplesmente estão do nosso lado, e que também nos ensinam muito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mãos à obra... agora é hora de começarmos dar forma ao jornal. Retomar o “projeto gráfico”, trabalhando no “boneco” é importante para o direcionamento correto do trabalho.É no “boneco” que vai ser visualizada a “cara” gráfica do jornal. Para simplificar, vale dividir a turma em equipes da seguinte forma: equipe de reportagem e fotografia, equipe de ilustradores (responsáveis pelas HQs, charges, e outras ilustrações), equipe gráfica (responsável pela organização - diagramação - de tudo nas páginas do jornal). O educador pode indicar um aluno para ser o coordenador da edição. Mas ele, educador, deve ser o coordenador de todo o trabalho, auxiliando em tudo que for preciso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um programa para edição e diagramação que eu, particularmente, gosto muito e que não é tão novo assim é o Page Maker versão 6.5. Ele é muito versátil e, depois que se aprende utilizá-lo, não se quer saber de outro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para que o jornal tenha uma organização efetiva, é preciso que um roteiro, uma pauta de trabalho seja seguida. É a pauta que vai dizer o que vai ser abordado no jornal. Ela é “espinha mestre”, e se for bem organizada será meio caminho para o sucesso do trabalho. Depois que a pauta for definida, as equipes de reportagem e ilustração já podem começar o trabalho. Enquanto isso a equipe gráfica pode ir preparando, no papel mesmo, as definições prévias, ou ordenação, dos espaços físicos em que as matérias, fotos, desenhos vão entrar no jornal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Chegamos ao final desse encontro. O entusiasmo com a possibilidade da concretização do jornal deve estardando o que falar no meio do grupo. Agora é trabalhar duro para a finalização do jornal.</p>
<p>4º encontro: O Jornal Virando Realidade</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É nesse encontro que o jornal será finalizado. A equipe deverá deixá-lo pronto para a impressão. Mas antes vamos fazer a montagem do mesmo. É fundamental que, agora, todas as equipes tenham cumprido suas metas de apresentar as matérias devidamente revisadas (essa é uma boa oportunidade para envolvermos o professor de português, caso não seja ele que esteja à frente desse projeto), as fotos selecionadas, os desenhos prontos e tudo mais que vai entrar na edição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzir um jornal com uma turma é uma oportunidade muito interessante de fazer com que os alunos se apropriem, de alguma maneira, desses recursos que são amplamente difundidos em nossa sociedade e entendam como tudo isso se processa. O educador deve ser o grande facilitador do trabalho dos alunos, orientado na construção dos diversos conceitos, sendo crítico quando perceber que o aluno pode e deve fazer melhor, articulando, dentro e fora do ambiente escolar, a concretização do trabalho, por exemplo, viabilizando a impressão do jornal dentro ou fora do colégio. É importante não esquecer da famosa ficha técnica, onde são colocados os créditos de todos os participantes do trabalho. A diagramação está pronta. Vale fazer uma impressão simples, um “boneco” bem acabado, uma prova do jornal onde serão feitas as últimas correções e ajustes. Geralmente durante a diagramação acaba-se gerando alguns errinhos de digitação, e a correção nesse “boneco” pode ser bem produtiva. Depois de tudo pronto e conferido é hora da impressão. Dependendo do formato (tablóide, A4, A3, etc) que foi escolhido o jornal, a impressão poderá ser feita no colégio ou não. Caso seja feita fora, em alguma gráfica, vale conhecer com antecedência as exigências técnicas que as mesmas fazem para tudo ficar bom. Geralmente as gráficas são bem tranqüilas em relação a questões técnicas, principalmente se o trabalho for simples.Então é só ficar atento e aproveitar o jornal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<strong>Referências:</strong>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Educação para a mídia - do livro A Criança e a Mídia - Imagem, Educação, Participação; por Cecilia VonFeilitzen e Ulla Carlson - editado pela UNESCO</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Manual de Redação de O Globo” - Editora Globo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Roteiro - A arte de escrever para cinema e televisão” - Doc Comparato - Editora Nórdica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>”Manual de Telejornalismo” - Luís Carlos Bittencourt - Editora UFRJ</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Guia Kids de Fotografia National Geographic” - Neil Johnson - Editora Abril</p>
<p>&nbsp;</p>
“Televisão - Manual de Produção e Direção” - Valter Bonasio - Editora Leitura]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
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    <dc:date>2011-03-24T18:44:12Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
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