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  <title>Legislação</title>
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  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/guia-politicas-publicas-de-juventude">
    <title>Guia Políticas Públicas de Juventude</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/guia-politicas-publicas-de-juventude</link>
    <description>
Entender as singularidades e as peculiaridades das juventudes e garantir direitos a esta geração são fatores fundamentais para consolidar a democracia no Brasil, com inclusão social. É esta a perspectiva que norteia o Governo Federal na concepção e implantação de políticas públicas de juventude. Esta nova forma de considerar a juventude teve como marco importante a criação, em 2004, do grupo interministerial – coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência da República e composto por 19 ministérios – que levantou os principais programas federais para esse segmento populacional e realizou um diagnóstico da situação dos jovens brasileiros. Confira o guia na íntegra: </description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2011-06-08T19:00:54Z</dc:date>
    <dc:type>Link</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/a-nova-cartilha-do-estagio">
    <title>A nova Cartilha do Estágio</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/a-nova-cartilha-do-estagio</link>
    <description>Veja a cartilha desenvolvida pelo Ministério do Trabalho para orientar estudantes, empresários e escolas sobre a Lei do Estágio. Na cartilha, o leitor vai encontrar resposta para 70 perguntas sobre o assunto.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2010-12-14T19:16:22Z</dc:date>
    <dc:type>Link</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/cartilha-da-aprendizagem-cmdca.pdf">
    <title>Cartilha de Apendizagem - CMDCA</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/cartilha-da-aprendizagem-cmdca.pdf</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2011-06-23T18:13:37Z</dc:date>
    <dc:type>Arquivo</dc:type>
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  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/pec-da-juventude-e-aprovada-em-1o-turno">
    <title>PEC da Juventude é aprovada em 1º turno</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/pec-da-juventude-e-aprovada-em-1o-turno</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>O Senado acaba de aprovar em 1o turno, por 56
votos, a Proposta de Emenda à Constituição 42/08, a chamada "PEC da
Juventude". A proposta altera a denominação do capítulo VII do título
VIII da Carta para cuidar dos interesses da juventude. Esse capítulo,
que trata atualmente dos interesses da família, da criança, do
adolescente e do idoso, passa a incluir também o jovem, conforme a PEC.</p>
<p>Agora,
a proposta deverá submetida a mais três turnos de discussão em segundo
turno. A PEC tramita em regime especial, o que garantirá que todas as
sessões sejam realizadas ainda nesta quarta-feira.</p>
<p>Entidades representativas da juventude e dos estudantes do país acompanham a votação.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<strong>Políticas de Estado</strong>
<p>&nbsp;</p>
<p>
Com a aprovação da PEC a juventude passa a ser um segmento reconhecido
pela Constituição e, portanto, passível de direitos específicos, como
direitos civis. Para Yann, esta vitória deve servir para ajudar a
enterrar o debate da redução da maioridade penal - em pauta no
Congresso Nacional - e, por outro lado, avançar nas conquistas de
direitos. "Precisamos de mais políticas que incentivem a participação
do jovem na sociedade e que permita revelar os talentos da juventude,
como são as Praças da Juventude ou mesmo o Projovem, que precisa ser
uma política de Estado e não apenas de governo".</p>
<p>
Augusto Chagas considera que a mobilização pela aprovação da PEC
representou um salto de maturidade da atuação do Conjuve, composto por
entidades de diversos segmentos, com variadas opiniões e formas de
atuação. "O Conselho Nacional de Juventude conseguiu se consolidar como
o principal articulador da mobilização nacional que resultou na
aprovação da PEC da juventude", comemorou Augusto. A UNE, por meio da
sua diretora de relações institucionais Marcela Rodrigues, coordena a
comissão parlamentar do Conjuve, cuja atribuição é justamente
acompanhar o andamento das pautas de interesse da juventude no
Congresso Nacional.</p>
<p>
Acompanhe o artigo escrito pelo presidente do Conjuve, Danilo Moreira,
pelo presidente da UNE, Augusto Chagas e pelo secretário de juventude
da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Paulo
Vinícius:</p>
<p>
"A juventude, enfim, é parte da Constituição Brasileira!</p>
<p>
O dia 07 de julho marca uma nova página na história brasileira. Se há
22 anos os jovens deste país conquistaram o voto aos 16 anos, nessa
data a juventude brasileira se inseriu como sujeito de direitos na
Constituição da República Federativa do Brasil.</p>
<p>
A aprovação da PEC 42/2008 no Senado Federal em duas votações unânimes
ilustra a envergadura que ganhou a representação política da juventude
brasileira no governo Lula, assim como o reconhecimento de todas as
forças políticas da importância e da necessidade de considerar a
juventude como sujeito de políticas públicas de Estado.</p>
<p>
Doravante, não estará sujeita a política pública de juventude aos
ditames deste ou daquele(a) gestor(a). Com a aprovação da PEC, abrem-se
largas avenidas para a consecução de um Plano Decenal e de um Estatuto
da Juventude. Entra na ordem do dia a realização da II Conferência
Nacional da Juventude no primeiro semestre de 2011, assim como a
consolidação dos órgãos gestores que tratem das questões relacionadas à
juventude.</p>
<p>
E não é a toa. Estudos demográficos apontam para um dado relevante.
Essa geração comporá uma parcela imensa da população economicamente
ativa que será a maior e definirá a face do desenvolvimento nacional
nas próximas décadas. Quando a Câmara e o Senado aprovam a PEC da
Juventude, abrem caminho à definição de políticas públicas perenes num
setor que decidirá efetivamente qual o novo Brasil que teremos.</p>
<p>
Assegurando direitos à juventude e superando a omissão do texto
constitucional, o Congresso abriu larga avenida à consolidação de
direitos que só se insinuaram nesses oito anos de mudanças e
continuidades. Direitos que se refletirão sobre o conjunto da população
brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>
Assim, o parlamento respondeu ativamente à pressão feita pelo Conselho
Nacional de Juventude, que reúne um retrato fiel e qualificado da
juventude nacional. Esse coletivo mobilizou a Câmara e o Senado, mas a
sua representação fez muito mais, numa trilha que uniu governo e
oposição e acabou por afirmar políticas públicas como o PROUNI, o
PROJOVEM, os Pontos de Cultura e o Segundo Tempo, além da expansão da
educação superior e profissional. Ressaltou sucessão geracional no
movimento sindical e no campo, construiu políticas de assistência
estudantil enfatizou a importância das mulheres, dos negros e
indígenas, dos trabalhadores e estudantes, das pessoas com deficiência,
da cultura, da juventude que luta nas periferias.</p>
<p>
É essa a moçada que propõe um Pacto da Juventude ao debate das eleições
de 2010 e que compõe um bonito mosaico de movimentos sociais - como a
UNE, a UBES, a CTB, a UGT e a CUT -, as juventude políticas, as ONGs,
todos os tipos de movimentos.</p>
Foi esse lastro social contemporâneo que extravasou nos blogs, nos
portais e na massiva campanha que ganhou o Twitter. Foi essa voz que se
fez ouvir na Tribuna de Honra e nas galerias do Senado, é essa a razão
da vitória que só anima a mocidade brasileira na luta por mais
direitos, pela construção de um novo projeto nacional de
desenvolvimento em que possamos ver, como diz a canção que não dá pra
esquecer "os meninos e o povo no poder eu quero ver".
<p>&nbsp;</p>
<p>Com informações de : Agência Senado, O OBSERVADOR.COM, www.portaldajuventude.gov.br</p>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2010-07-13T16:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/mte-publica-portaria-com-mudancas-na-lei-da-aprendizagem">
    <title>MTE publica portaria com mudanças na Lei da Aprendizagem </title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/mte-publica-portaria-com-mudancas-na-lei-da-aprendizagem</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publica portaria com mudanças na Lei da Aprendizagem, reconhecendo a oferta de cursos de aprendizagem profissional em nível de técnico de ensino. <a class="external-link" href="http://www.mte.gov.br/legislacao/portarias/2009/p_20091105_2185.pdf">Acesse o documento completo</a>.</p>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2010-01-19T21:04:16Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/nova-resolucao-do-cmdca-de-sao-paulo">
    <title>Nova resolução do CMDCA de São Paulo</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/nova-resolucao-do-cmdca-de-sao-paulo</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) da cidade de São Paulo publica portaria com mudanças que devem impactar os planos de ação das organizações sociais que atuam com assistência ao adolescente e educação profissional. <a class="external-link" href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/participacao_parceria/conselhos/cmdca/legislacao/resolucoes/index.php?p=11424">Confira a resolução na íntegra</a>.</p>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2010-01-19T20:51:59Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/portaria-instituiu-programa-menor-aprendiz-no-ministerio-publico">
    <title>Portaria instituiu Programa Menor Aprendiz no Ministério Público</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/portaria-instituiu-programa-menor-aprendiz-no-ministerio-publico</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>A Portaria nº 481, de 1º de outubro de 2009, institui a contratação de aprendizes no âmbito do Ministério Público Federal.<br /><br />A portaria estabelece as regras do programa, que tem o objetivo de assegurar ao menor aprendiz formação técnico-profissional mediante atividades teóricas e práticas desenvolvidas no ambiente de trabalho.<br /><br />Para ser admitido, o menor deve estar inscrito em programa de aprendizagem promovidos por instituições que façam parte do Cadastro Nacional de Aprendizagem. Ele deve ter idade entre 14 e 18 anos, estar frequentando no mínimo o 9º ano do ensino regular e estar matriculado em programa de aprendizagem com duração mínima de 12 meses, oferecido por entidade conveniada.<br /><br />O menor aprendiz cumprirá carga horária de quatro horas diárias e terá direito a remuneração mensal de um salário-mínimo, 13º salário, FGTS, repouso semanal remunerado, 30 dias de férias e vale-transporte. No entanto, a participação no programa não implica em nenhuma hipótese vínculo empregatício com o Ministério Público Federal. O contrato de aprendizagem terá duração máxima de dois anos.<br /><br />A portaria ainda determina que as atividades do menor aprendiz serão supervisionadas por um servidor na unidade em que ele estiver desempenhando as atividades de capacitação, coordenando e orientando-o e promovendo sua integração ao ambiente de trabalho, entre outras atribuições.<br /><br />Serão reservadas 5% das vagas para pessoas portadores de deficiência e a execução de todas as obrigações trabalhistas referentes aos aprendizes serão de responsabilidade da entidade conveniada. Ela também deverá expedir o Certificado de Qualificação Profissional em nome do menor, após a conclusão do programa com aproveitamento satisfatório.<br /><br /><a class="external-link" href="http://http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias-do-site/pdfs/PORTARIA%20PGR%20481.pdf">Clique aqui</a> para ler a portaria na íntegra.</p>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2009-10-08T14:23:03Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/nova-instrucao-normativa-programas-de-aprendizagem">
    <title>Nova instrução normativa - Programas de Aprendizagem</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/nova-instrucao-normativa-programas-de-aprendizagem</link>
    <description>A nova instrução - SIT Nº 75, de 08 de maio de 2009, disciplina a fiscalização das condições de trabalho no âmbito dos programas de aprendizagem.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<div align="center"><strong>INSTRUÇÃO NORMATIVA SIT Nº 75, DE 08 DE MAIO DE 2009</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Disciplina a fiscalização das condições de trabalho no âmbito dos programas de aprendizagem.</p>
<p><a class="external-link" href="http://http://www.mte.gov.br/legislacao/instrucoes_normativas/2009/in_20090508_75.pdf">Clique aqui</a> e baixe o arquivo.<br /><br /></p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2009-05-21T13:55:46Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/cartilha-sobre-a-nova-lei-do-estagio">
    <title>Cartilha sobre a nova lei do estágio</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/cartilha-sobre-a-nova-lei-do-estagio</link>
    <description>O Ministério do Trabalho e do Emprego lança cartilha sobre a nova lei do estágio, que começou a valer em setembro deste ano. 

</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>O Ministério do Trabalho e do Emprego lança cartilha sobre a nova lei do estágio, que começou a valer em setembro deste ano.</p>
<p>O material busca explicar diversos pontos da Lei 11.788 a estudantes, instituições de ensino e empresas contratantes, a fim de esclarecer dúvidas. A publicação traz 37 perguntas e respostas que, entre outras questões, tratam da duração de estágio, benefícios e prorrogação.</p>
<p>A cartilha destaca que o prazo de duração do estágio é de até dois anos para o mesmo concedente, com exceção aos portadores de deficiência; do auxílio transporte, opcional quando se trata de estágio obrigatório e compulsório quando não obrigatório; e dos contratos firmados antes da publicação da nova Lei que para serem prorrogados devem se ajustar às disposições atuais. Além disso, a Cartilha menciona o recesso de 30 dias após um ano de duração do estágio e as garantias da legislação sobre saúde e segurança do trabalho.</p>
<p>O material está disponível para download no endereço: <a class="external-link" href="http://www.mte.gov.br/politicas_juventude/Cartilha_Lei_Estagio.pdf">http://www.mte.gov.br/politicas_juventude/Cartilha_Lei_Estagio.pdf</a>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2008-12-29T12:14:20Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/a-nova-lei-de-estagio-e-os-direitos-fundamentais-trabalhistas">
    <title>A nova lei de estágio e os direitos fundamentais trabalhistas</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/a-nova-lei-de-estagio-e-os-direitos-fundamentais-trabalhistas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><em>Nesse artigo, a juíza do Trabalho em Aracaju (SE) e doutoranda em Direito Público pela UFBA,&nbsp; Flávia Moreira Guimarães Pessoa, analisa a nova Lei de Estágio, sancionada pelo presidente Lula em 25/09/08, especialmente quanto aos aspectos relativos aos direitos fundamentais trabalhistas definidos pelo art. 7º da Constituição Federal.</em></p>
<p><em></em></p>
<p>A edição da <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11788.htm">Lei 11788/08</a> gerou muita controvérsia no âmbito da sociedade civil, uma vez que estabeleceu novas regras relativas às relações de estágio, incluindo limitações à jornada de trabalho, estabelecimento de direito a recesso escolar, auxílio transporte, bem como formulando diversos requisitos ao reconhecimento da relação de estágio válida.<br />A lei foi editada com o objetivo de ampliar a proteção a tal categoria de trabalhadores, na esteira da ampliação da proteção infraconsticional aos direitos trabalhistas fundamentais.<br />O presente artigo, portanto, pretende analisar a nova lei a luz da hermenêutica constitucional concretizadora dos direitos fundamentais. <br />Leia o artigo completo - <a class="external-link" href="http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=11787">LINK</a></p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2008-10-02T11:49:29Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/a-lei-de-aprendizagem">
    <title>A Lei de Aprendizagem</title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/a-lei-de-aprendizagem</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>A <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10097.htm">Lei de Aprendizagem</a> (10.097 - promulgada dia 19/12/2000), que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), determina que todas as empresas de médio e grande porte devem contratar de 5% a 15% de adolescentes e jovens entre 14 e 24 anos. A cota dos aprendizes a serem contratados deve ser calculada sobre o total de empregados cujas funções demandem
formação profissional.</p>
<p>Pela alteração, a lei possibilita que a contratação e a formação dos adolescentes seja feita não só pelos Serviços Nacionais de Aprendizagem (SENAI, SENAT, SENAC, SENAR e SESCOOP), mas também por Escolas Técnicas de Educação e por Organizações sem fins lucrativos.</p>
<p>A seguir, as principais características desta Lei.</p>
<p><span class="textonegritoazul"><strong>Adolescente/Jovem</strong></span></p>
<ul><li><span class="textointernas">Ter de 14 a 24 anos incompletos;</span></li><li><span class="textointernas">Ter concluído ou estar cursando o Ensino Fundamental;</span></li><li><span class="textointernas">Deve estar vinculado ou se cadastrar em uma&nbsp;organização com Programa de Aprendizagem;</span></li><li><span class="textointernas">Durante a contratação, o adolescente tem direito à&nbsp;<a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10097.htm">formação profissional</a>, paralelamente ao ensino&nbsp;convencional;</span></li><li><span class="textointernas">O aprendiz pode ser contratado tanto pela organização&nbsp;quanto pela empresa;</span></li><li><span class="textointernas">É garantido o <a class="external-link" href="http://www.espro.org.br/legislacao/nota_tecnica52.pdf">salário mínimo/hora</a>, registro na Carteira&nbsp;de Trabalho e Previdência Social.</span></li></ul>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>ONG</strong></p>
<ul><li>Organizações sem fins lucrativos e seus programas de&nbsp;aprendizagem devem ser registrados no <a class="external-link" href="http://www6.prefeitura.sp.gov.br/cidadania/conselhosecoordenadorias/cmdca/legislacao_cmdca/0001">Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente&nbsp;(CMDCA)</a>;</li><li>As organizações e as empresas devem formar, acompanhar e avaliar, o desempenho dos adolescentes,&nbsp;a fim de manter a qualidade do <a class="external-link" href="http://www.mte.gov.br/legislacao/instrucoes_normativas/2001/in_20011220_26.asp">processo de&nbsp;aprendizagem</a>;</li><li>As horas destinadas à formação teórica são acordadas&nbsp;entre a empresa e a organização sem fins lucrativos,&nbsp;desde que privilegiem a formação profissional do&nbsp;adolescente;</li><li>A organização juntamente com a empresa deve&nbsp;incentivar o adolescente a concluir os <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm">estudos</a>&nbsp;convencionais.</li></ul>
<p><span class="textonegritoazul"><strong>Empresa</strong></span></p>
<ul><li><span class="textonegritoazul"></span>Diminuição do FGTS de 8,5% para 2,5%, exceto para os&nbsp;contribuintes pelo simples, em que a redução é de 8,0%&nbsp;para 2,0%;</li><li>O contrato de aprendizagem não pode ultrapassar dois&nbsp;anos;</li><li>Se o adolescente estiver cursando o Ensino&nbsp;Fundamental, o contrato de aprendizagem é de seis&nbsp;horas diárias, e nelas devem estar computadas as&nbsp;horas de aprendizagem teórica;<span class="textointernas"><img src="../../img/elementos_simb_r14_c3.gif" alt="" width="7" height="12" /></span></li><li><span class="textointernas"></span>Após completar <a class="external-link" href="http://www.oitbrasil.org.br/info/download/conv_138.pdf">16 anos</a> o adolescente pode ser&nbsp;efetivado;</li><li>O adolescente não pode fazer hora-extra, nem&nbsp;trabalhar em <a class="external-link" href="http://www.mte.gov.br/legislacao/portarias/2001/p_20010913_20.pdf">locais insalubres</a>;&nbsp;</li><li>Apesar de não serem obrigadas, as micro e pequenas&nbsp;empresas também podem contratar aprendizes.</li></ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Links importantes</strong></p>
<ul><li><a class="external-link" href="http://www.guiatrabalhista.com.br/legislacao/lei11180.htm"><span class="textointernonegrito">Lei 11.180</span></a><span class="textointernaitalico"><br />Altera a idade limite de aprendizes de 18 para 24 anos e institui o Projeto Escola de Fábrica.</span></li><li><a class="external-link" href="http://portal.prefeitura.sp.gov.br/cidadania/conselhosecoordenadorias/cmdca/legislacao/0018"><span class="textointernonegrito">Resolução n°68 (CMDCA\SP)</span></a><span class="textointernonegrito"><br /></span><span class="textointernaitalico">Registro de entidades sem fins lucrativos que tenham por objetivo a assistência ao adolescente e a educação profissional. (Resolução referente à cidade de S. Paulo)</span></li><li><span class="textointernaitalico"></span><a class="external-link" href="http://www.acnur.org/biblioteca/pdf/0821.pdf">Resolução n°74</a><span class="textointernas"><br /></span><span class="textointernaitalico">Fiscalização das entidades sem fins lucrativos.</span></li><li><span class="textointernaitalico"></span><a class="external-link" href="http://www.mte.gov.br/legislacao/instrucoes_normativas/2001/in_20011220_26.asp">Instrução Normativa n°26</a><span class="textointernas"><br /></span><span class="textointernaitalico">Instruções para orientar a fiscalização das condições de trabalho no âmbito dos programas de aprendizagem.</span></li><li><span class="textointernaitalico"></span><a class="external-link" href="http://www.espro.org.br/legislacao/nota_tecnica52.pdf">Nota técnica n°52</a><span class="textointernas"><br /></span><span class="textointernaitalico">O salário do aprendiz.</span></li><li><a class="external-link" href="http://www.mte.gov.br/legislacao/portarias/2007/p_20071213_615.pdf">Portaria 615/2007</a><br /><span class="textointernaitalico">Normas para avaliação da competência das entidades sem fins lucrativos.</span></li><li><span class="textointernaitalico"><a class="external-link" href="http://www.mte.gov.br/legislacao/portarias/2007/p_20071213_616.pdf">Portaria 616/2007</a><br />Dispõe sobre as regras para que empresas, sociedades de economia mista e entidades representativas, interessadas no desenvolvimento de programas de aprendizagem corporativos, possam celebrar termos de cooperação técnica com o MTE.</span></li><li><span class="textointernaitalico"><a class="external-link" href="http://www.mte.gov.br/legislacao/portarias/2007/p_20071213_618.pdf">Portaria 618/2007</a><br />Criação do Selo de Responsabilidade Social denominado "Parceiros da Juventude".</span></li><li><span class="textointernaitalico"></span><a class="external-link" href="http://www.conexaoaprendiz.org.br/alei/portaria4.php">Portaria n°4</a><span class="textointernonegrito"><br /></span><span class="textointernaitalico">Trabalhos que podem deixar de ser insalubres, se estiver dentro de um padrão de segurança.</span></li><li><span class="textointernaitalico"></span><a class="external-link" href="http://www.mte.gov.br/legislacao/portarias/2001/p_20010913_20.pdf">Portaria n°20</a><span class="textointernonegrito"><br /></span><span class="textointernaitalico">Trabalhos e lugares insalubres.</span></li><li><span class="textointernonegrito"><a class="external-link" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5598.htm">Decreto 5598/2005</a><br /></span><span class="textointernaitalico">Regulamenta a contratação de aprendizes e dá outras providências.</span></li><li><span class="textointernaitalico"></span><a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm">Lei 9.394 Lei de diretrizes e base</a><span class="textointernonegrito"><br /></span><span class="textointernaitalico">Diretrizes e base da educação nacional.</span></li><li><span class="textointernaitalico"></span><a class="external-link" href="http://www.oitbrasil.org.br/ipec/normas/conv182.php">Convenção n.°182 da OIT </a><span class="textointernonegrito"><br /></span><span class="textointernaitalico">Interdição das piores formas de trabalho das crianças e ação imediata com vista à sua eliminação.</span></li><li><span class="textointernaitalico"><a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6481.htm">Decreto 6481/2008</a><br />Regulamenta os artigos&nbsp;da Convenção 182 da OIT que trata da proibição das piores formas de trabalho infantil e ação imediata para sua eliminação. </span></li><li><span class="textointernaitalico"></span><a class="external-link" href="http://www.oitbrasil.org.br/info/download/conv_138.pdf">Convenção N.°138 da OIT</a><span class="textointernonegrito"><br /></span><span class="textointernaitalico">Idade mínima para admissão em emprego.</span></li><li><span class="textointernaitalico"></span><a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L8069.htm">E.C.A </a><span class="textointernonegrito"><br /></span><span class="textointernaitalico">Estatuto da Criança e do Adolescente.</span></li><li><span class="textointernaitalico"></span><a class="external-link" href="http://www.acnur.org/biblioteca/pdf/0829.pdf">Conanda</a><span class="textointernonegrito"><br /></span><span class="textointernaitalico">Lei que cria o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente.</span></li><li><span class="textointernaitalico"><a class="external-link" href="http://www.unric.org/html/portuguese/humanrights/Crianca.pdf">Convenção Internacional dos Direitos das Crianças</a><br />Convenção que trata das obrigações dos Estados em relação à garantia aos direitos das crianças.</span></li><li><span class="textointernaitalico"><a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8742.htm">Lei 8742/1993</a><br />Lei Orgânica da Assistência Social.</span></li></ul>
<p><span class="textointernaitalico"></span></p>
<p><span class="textointernaitalico"></span></p>
<p><span class="textointernaitalico"></span><span class="textointernaitalico">Fonte: <a class="external-link" href="http://www.conexaoaprendiz.org.br/alei/">Conexão Aprendiz</a>&nbsp;e Andrey Felipe Sgorla, sociólogo e consultor social (<a href="mailto:afsgorla@gmail.com">afsgorla@gmail.com</a>)<br /></span></p>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2008-08-19T13:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
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  <item rdf:about="http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/diferenca-entre-aprendizagem-e-estagio">
    <title>Diferença entre aprendizagem e estágio </title>
    <link>http://www.buscajovem.org.br/espaco-do-educador/legislacao/diferenca-entre-aprendizagem-e-estagio</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p align="right">Por Gláucia Cavalcante / <a class="external-link" href="http://www.conexaoaprendiz.org.br/">Conexão Aprendiz</a></p>
<p align="left"><em><strong>Observação importante</strong> – a Lei Federal nº 6.494, mencionada neste artigo foi revogada pela nova Lei do Estágio sancionada pelo presidente Lula em 25/09/08 (</em><a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11788.htm"><em>Lei nº Lei 11788/08</em></a><em>).</em></p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left">Qual a carga horária de um aprendiz? E de um estagiário? As entidades que formam aprendizes são as mesmas para estagiários? Apesar de serem legislações diferentes, a Lei de Aprendizagem (<a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L10097.htm">Lei 10.097</a>) e a do Estágio (<a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/Ccivil_03/LEIS/L6494.htm">Lei 6.494)</a> ainda causam muitas dúvidas com relação às suas diferentes características.</p>
<p align="left">De acordo com a assistente social do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola) de Pernambuco, Bruna Ribeiro, até hoje algumas pessoas ainda confundem o aprendiz com o estagiário. “Isso acontece porque a Lei do Estágio é mais antiga que a de Aprendizagem, e por isso as pessoas conhecem melhor a nomenclatura e a função do estagiário. Quando vêem um adolescente na empresa acabam confundindo por conta da idade”, comenta.</p>
<p align="left">Uma característica muito forte que difere o aprendiz do estagiário é a forma de contratação. Os estagiários podem receber ou não uma bolsa como remuneração. Já as empresas que devem por lei ter aprendizes, a contratação deve ser feita nos regimes da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). “Isso favorece mais em termos de benefício, porém no que diz respeito aos números de jovens inseridos no mercado, os estagiários estão na frente”, comenta.</p>
<p align="left">Mesmo com as diferenças, as duas leis também têm muito em comum. “Ambas beneficiam os jovens, pois visam o lado educacional e a preparação para o mercado. Uma é mais focada na profissionalização e outra é a formação simultânea de teoria e prática. Apesar de muitos acharem que a Lei de Aprendizagem veio para substituir a Lei do Estágio, cada uma tem seu papel e sua peculiaridade, não há como isso acontecer”.</p>
<p align="left">De acordo com Bruna, se a Lei de Aprendizagem não fosse obrigatória, provavelmente o número de aprendizes contratados seria ainda menor. “Mesmo com a redução de 8% para 2% no FGTS (Fundo de Garantia de Tempo de Serviço), as empresas deveriam receber mais formas de incentivo para contratar aprendizes. Acredito que esse é um dos motivos que ainda causa o desinteresse das empresas na contratação” diz.</p>
<p align="left">Além da remuneração e da forma de contratação, as duas legislações possuem outras diferenças como o limite de idade, que no caso de aprendizes, é de 14 a 24 anos e de estagiários, a partir dos 16 anos; na jornada, no máximo seis ou oito horas para aprendizes e para estagiários deve ser compatível com o horário escolar do estudante; e as entidades formadoras, que no caso da Lei de Aprendizagem devem ser escolas técnicas, sistema s (Senai, Senac, Senar, Senat e Sescoop) ou ONGs. Já no estágio, as entidades devem ser estabelecimentos de educação superior ou de educação profissional, escolas do ensino médio ou de educação especial.</p>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Olhar Cidadão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2008-08-19T15:10:00Z</dc:date>
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